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Salão de Pequim: conheça o GAC Aion UT, lançamento confirmado para o Brasil

GAC Aion UT divulgação/GAC A GAC revelou ao g1, durante o Salão do Automóvel de Pequim, que o próximo veículo a ser lançado no Brasil será o Aion UT. O modelo é um hatchback totalmente elétrico e deve ser anunciado oficialmente no país nas próximas semanas. O Aion UT chega com a missão de disputar espaço com o BYD Dolphin, atualmente o segundo carro elétrico mais vendido do Brasil, segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp No ranking da ABVE, o modelo teve 4.577 unidades emplacadas no primeiro trimestre de 2026. A liderança é do Dolphin Mini, com 14.767 registros no mesmo período. Na comparação com o Dolphin GS — e não com a versão Plus —, o modelo da GAC é 15 centímetros mais comprido, com 4,27 metros de comprimento, ante 4,12 metros do concorrente. A distância entre os eixos, que influencia diretamente no espaço interno, também é 5 centímetros maior. GAC Aion UT com adesivos e acessórios vendidos na China André Fogaça/g1 (O repórter viajou para o evento a convite da Leapmotor e GWM.) Com isso, o Aion UT oferece mais espaço para os passageiros e para a bagagem: são 440 litros de porta-malas, contra 250 litros do Dolphin GS. A GAC ainda não informou quais serão o motor e as versões do Aion UT no Brasil. A fabricante adiantou apenas que o modelo passará por adaptações para o mercado nacional, como já aconteceu com o GS3, que recebeu uma central multimídia maior por aqui em relação à versão vendida na China. Na China, o Aion UT é oferecido com duas opções de motor. A mais potente entrega 204 cv, enquanto a segunda é mais simples, com 136 cv. Ainda assim, mesmo a versão menos potente supera os 95 cv do Dolphin GS. A configuração mais potente do Aion UT, portanto, fica no mesmo nível dos 204 cv do Dolphin Plus, versão topo de linha da BYD. Em relação à bateria, também há duas opções para o mercado chinês. A versão menor tem 44,1 kWh, enquanto a maior chega a 60 kWh. O Aion UT conta ainda com a tecnologia V2L, que permite usar a energia do carro para alimentar outros equipamentos, como uma TV, um ventilador, iluminação ou até um videogame. No interior, o Aion UT segue a tendência dos carros chineses ao oferecer uma lista generosa de equipamentos. Entre os destaques estão a central multimídia de 14,6 polegadas, o painel de instrumentos digital de 8 polegadas e o uso de materiais macios ao toque, que reduzem a presença de plástico rígido. GAC Aion UT André Fogaça/g1 O modelo também traz sistemas de assistência ao motorista, como controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática de emergência e carregador de celular por indução. Por outro lado, repete um ponto negativo comum em carros chineses: a concentração de muitos comandos na central multimídia e a ausência de alguns botões físicos no volante.
Salão de Pequim: GWM Tank 300 ganha motor híbrido plug-in flex no Brasil, por R$ 342.000

GWM Tank 300 flex divulgação/GWM A GWM anunciou, neste sábado (25), durante Salão do Automóvel de Pequim, o Tank 300 equipado com motor híbrido plug-in flex. Trata-se do primeiro veículo do mundo a utilizar esse tipo de conjunto, que chega custando R$ 342.000, R$ 3 mil acima da versão a gasolina - R$ 339.000. A chegada desse tipo de motorização não surpreende, já que, desde 2024, a GWM informava ter iniciado o desenvolvimento de seu primeiro motor híbrido flex. Naquele momento, a previsão era estrear o conjunto no SUV Haval H6. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Em entrevista ao g1, Ricardo Bastos, diretor de relações institucionais e governamentais da GWM Brasil, explicou que a escolha do Tank 300, em vez do Haval H6, como modelo de estreia, se deu pela quantidade de versões disponíveis do veículo. “No H6 você tem híbrido plug-in e híbrido pleno em mais de uma configuração, o que aumenta a complexidade da transição do modelo”, apontou. GWM Tank 300 PHEV Flex Divulgação / GWM O executivo apontou que, neste momento, já não existe estoque do Tank 300 movido apenas a gasolina. “Todos os carros do estoque já são flex”, disse. (O repórter viajou para o evento a convite da Leapmotor e GWM.) No Brasil, o Tank 300 é vendido em uma única configuração, que combina um motor 2.0 turbo a gasolina com um sistema elétrico capaz de percorrer até 75 quilômetros no modo totalmente elétrico, sem consumo de combustível. O modelo aposta em um visual robusto, com proposta mais tradicional, mas traz claras referências a concorrentes já conhecidos do público. GWM Tank 300 inaugura segunda invasão chinesa ao Brasil As principais referências estão: O estepe traseiro sem cobertura, instalado em uma tampa de porta-malas que abre para a direita e tem maçaneta vertical, remete diretamente ao Jeep Wrangler; As lanternas traseiras lembram as do Land Rover Defender 90; Os parabarros sobre as rodas e os faróis redondos trazem inspiração nos modelos aventureiros da Jeep e do Mercedes Classe G; O acabamento interno, com saídas de ar redondas, relógio analógico e detalhes cromados sobre as grelhas dos alto-falantes, também segue o estilo da Mercedes; Já os faróis, embora redondos, são “cortados” por listras iluminadas muito semelhantes às do Ford Bronco. O Tank 300 segue à risca a cartilha de um verdadeiro 4x4. Começa pela construção em chassi sobre carroceria, que torna o conjunto mais firme e resistente, especialmente fora do asfalto. No uso off-road, o sistema funciona de forma semelhante: um bloqueio central distribui a força do motor para as rodas traseiras — e ainda é possível travar os diferenciais dianteiro e traseiro para reforçar o desempenho 4x4 e garantir tração mesmo em terrenos difíceis. O Tank 300 também conta com um piloto automático adaptativo, desenvolvido para uso fora de estrada, e uma interface especial na central multimídia. Nesse último caso, o carro exibe dados como inclinômetro, bússola, pressão atmosférica, altitude, ângulo de esterço das rodas e inclinação longitudinal e lateral. Além disso, o veículo conta com uma entrada de ar do motor elevada, ideal para enfrentar ruas ou trechos alagados. A altura livre do solo de 22,2 cm e da suspensão, macia na medida certa para o off-road, ajudam a absorer os solavancos — inclusive no asfalto irregular — sem perder a estabilidade.
Salão de Pequim: conheça o Xpeng Aridge, carro voador que carrega embutido em van híbrida; VÍDEO

Salão de Pequim: carro voador embutido em van híbrida é exibido Com um nome nada fácil de pronunciar, um pequeno caminhão chama a atenção no Salão do Automóvel de Pequim: o Xpeng Aridge. A dificuldade na fala, porém, se torna irrelevante quando a caçamba se abre e revela algo inesperado: um carro voador surgindo de dentro dela. Olhando primeiro para a parte que circula apenas no chão, o veículo lembra uma caminhonete das grandes. São 5,5 metros de comprimento, 2 metros de altura e o visual é marcado por chapas em cinza fosco e linhas retas, que lembram o estilo adotado pela Tesla na Cybertruck. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Trata-se de um veículo off-road, com tração nas seis rodas. Ela é garantida por dois motores elétricos, auxiliados por um motor a combustão. O conjunto funciona principalmente com energia elétrica. Na prática, as rodas são movimentadas pelas baterias, enquanto o motor a combustão entra em ação apenas para gerar eletricidade e recarregá-las quando necessário. (O repórter viajou para o evento a convite da Leapmotor e GWM.) Com todas as baterias carregadas e o tanque abastecido, a Xpeng promete uma autonomia total de até 1.000 quilômetros. Apesar de levar um carro voador inteiro na caçamba, o veículo ainda acomoda até quatro ocupantes. Durante o salão, porém, os vidros estavam completamente opacos, o que impediu a visualização do interior da parte terrestre. O veículo aéreo, por sua vez, podia ser observado de perto e até ocupado pelo público. Diferentemente de alguns chamados “carros voadores”, ele conta com comandos físicos para controlar a direção. Com isso, o modelo se assemelha mais a um drone pilotado como um helicóptero do que a um carro voador totalmente automático, no qual o ocupante apenas informa o destino e aguarda a chegada. Xpeng Aridge divulgação/Xpeng A marca afirma, no entanto, que também há um modo de voo em que o piloto apenas informa o destino. A partir daí, o veículo voador se encarrega sozinho de decolar, percorrer o trajeto necessário e pousar com segurança. A experiência lembra a de um helicóptero também nos detalhes internos. Os bancos são mais rígidos do que os de um carro de luxo, e há diversos botões dedicados ao controle do voo. Para que os rotores caibam no veículo terrestre, eles se dobram de forma semelhante a um brinquedo articulado. Segundo a Xpeng, todo esse processo é automático e leva cinco minutos. Basta o piloto pousar o veículo voador próximo ao carro para que a caçamba se abra e o drone se recolha sozinho até o encaixe correto. Totalmente elétrico, o veículo voador tem autonomia de até 20 quilômetros. Isso deixa claro que sua proposta é atender a deslocamentos curtos. Já o sistema de baterias da parte terrestre permite recarregar o veículo voador até seis vezes. Se toda essa experiência pareceu empolgante, a Xpeng informa que o Aridge já está em produção e tem preço de US$ 280 mil na China. Na cotação da data de publicação deste texto, o valor equivale a cerca de R$ 1,5 milhão. A fabricante diz que começará a aceitar pedidos a partir do segundo semestre deste ano. Saiba mais sobre o Salão do Automóvel de Pequim: Salão de Pequim: GWM lança o Ora 5, que promete rodar até 1 mil km com um tanque