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Projeto de lei sugere criar CNH separada para carros automáticos e manuais

Após mudanças nas regras para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), um projeto de lei propõe a criação de categorias diferentes para quem dirige carros automáticos e manuais. A proposta foi aprovada em comissão específica na Câmara dos Deputados, mas ainda tem um trajeto para entrar em vigor. (veja abaixo) Pelo texto, o candidato que fizer aulas e o exame prático em um carro automático poderá dirigir apenas esse tipo de veículo, com a restrição registrada na CNH. A mesma regra vale para quem fizer a prova em um carro com câmbio manual. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Se o motorista quiser dirigir o outro tipo de veículo, o projeto prevê a obrigatoriedade de um curso complementar e de um novo teste prático. Somente após a aprovação a CNH seria atualizada para permitir a condução de ambos. "É forçoso constar no documento de habilitação do condutor que optar por fazer o curso e o exame em veículo com câmbio automático que ele não está apto a dirigir veículo com câmbio mecânico", diz o relator Neto Carletto (Avante-BA). Veja os vídeos que estão em alta no g1 Até a publicação desta reportagem, o projeto ainda precisa passar por outras etapas para se tornar lei. A proposta já foi aprovada na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e ainda aguarda: Ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania; Entrar em votação no plenário da Câmara dos Deputados; Se aprovada, seguir para votação no Senado Federal. Já existe indicação na CNH para carros automáticos Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Crystofher Andrade/g1 Atualmente, já existe uma anotação no campo de observações da CNH que indica que o motorista deve usar um carro com câmbio automático. No entanto, essa restrição é voltada a condutores com necessidades específicas, que não conseguem dirigir veículos com câmbio manual. Outras letras significam: A: obrigatório uso de lentes corretivas; B: obrigatório uso de próteses auditivas; C: obrigatório uso do acelerador à esquerda; D: obrigatório o uso de veículo com transmissão automática; E: obrigatório o uso de empunhadura, manopla ou pomo de volante; F: obrigatório o uso de veículo com direção hidráulica; G: obrigatório o uso de veículo com embreagem manual ou com automação de embreagem ou com transmissão automática; H: obrigatório uso de acelerador e freio manual; I: obrigatório uso de adaptação dos comandos de painel ao volante; J: obrigatório uso de adaptação dos comandos de painel para os membros inferiores e/ou outras partes do corpo; K: obrigatório o uso de veículo com prolongamento da alavanca de câmbio e/ou almofadas (fixas) de compensação de altura e/ou profundidade; L: obrigatório o uso de veículos com prolongadores dos pedais e elevação do assoalho e ou almofadas fixas de compensação de altura ou profundidade; M: obrigatório o uso de motocicleta com pedal de câmbio adaptado; N: obrigatório o uso de motocicleta com o pedal de freio traseiro adaptado; O: obrigatório uso de motocicleta com manopla de freio dianteiro adaptada; P: obrigatório o uso de motocicleta com manopla de embreagem adaptada; Q: obrigatório o uso de motocicleta com carro lateral ou triciclo; R: obrigatório o uso de motoneta com carro lateral ou triciclo; S: obrigatório o uso de motocicleta com automação de troca de marchas; T: vedado dirigir em rodovias e vias de trânsito rápido; U: vedado dirigir após o pôr do sol; V: obrigatório uso de capacete de segurança com viseira protetora, sem limitação de campo visual; W: aposentado por invalidez; X: outras restrições; Y: surdo (também representada como X na CNH); Z: visão monocular (também representada como X na CNH). Há ainda outras siglas, usadas em conjunto, que têm significados diferentes: ACC: autorização para conduzir ciclomotor; HTE: habilitado em transporte escolar; MTF: autorização motofretista; MTX: autorização para mototaxista; EAR: exerce atividade remunerada; HTVE: habilitado em transporte de veículos de emergência; HTC: habilitado em transporte coletivo de passageiros; HPP: habilitado em transporte de produtos perigosos.
Petrobras sobe os preços do diesel para distribuidoras

Governo zera impostos federais sobre diesel e taxa exportações de petróleo A Petrobras vai aumentar o preço do diesel vendido às distribuidoras a partir deste sábado (14). Os demais combustíveis não tiveram reajuste. Com a mudança, o preço médio do diesel será de R$ 3,65 por litro, alta de R$ 0,38 por litro. A última mudança no preço do diesel havia ocorrido em maio de 2025. Neste mês, a guerra no Oriente Médio elevou o preço do barril de petróleo de cerca de US$ 60 para mais de US$ 100, encarecendo a matéria-prima usada na produção de combustíveis. "Mesmo após essa atualização, no acumulado desde dezembro de 2022, os preços de diesel A vendidos às distribuidoras registram redução acumulada de R$ 0,84 por litro, o equivalente a uma queda de 29,6%, considerada a inflação do período", diz a Petrobras. Segundo a empresa, o impacto do reajuste para o consumidor final, nos postos, será reduzido por causa da diminuição de impostos e da subvenção aos produtores anunciadas nesta quinta-feira (12) pelo governo federal. As medidas assinadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foram: um decreto que zera as alíquotas de PIS/Cofins sobre o óleo diesel, o que representa redução de R$ 0,32 por litro; uma medida provisória que prevê o pagamento de subvenção a produtores e importadores de diesel, no valor de R$ 0,32 por litro; a tributação da exportação de petróleo, por meio de medida provisória, com o objetivo de ampliar o refino interno e garantir o abastecimento; um decreto que determina que os postos de combustíveis adotem sinalização clara ao consumidor, informando a redução dos tributos federais e do preço em razão da subvenção. Para Carlos Thadeu, economista especializado em inflação e commodities da BGC Liquidez, o aumento no preço do diesel equivale a quase metade das reduções anunciadas ontem pelo governo federal. "Basicamente, quase anula o efeito de queda das medidas anunciadas ontem pelo governo federal. O impacto no IPCA das reduções de ontem e do aumento de hoje praticamente se cancelam", diz. Preços na bomba A petroleira explica que o preço do diesel nas bombas é composto por diversos fatores, além do valor cobrado pela estatal. São eles: Custos e margem de lucro de distribuidoras e revendedores; Custo do etanol anidro, que é misturado à gasolina A para formar a gasolina C; Impostos federais, como Cide, PIS/Pasep e Cofins; Imposto estadual (ICMS), cuja alíquota varia conforme a unidade da federação. Veja a nota da Petrobras A Petrobras informa que, a partir de amanhã, 14/03, ajustará os seus preços de venda do diesel A para as distribuidoras em R$ 0,38 por litro. Considerando a mistura obrigatória de 85% de diesel A e 15% de biodiesel, o ajuste é equivalente a R$ 0,32 por litro sobre o diesel B comercializado nos postos. Dessa forma, o preço médio do diesel A praticado pela companhia para as distribuidoras passará a ser R$ 3,65 por litro, e a participação da Petrobras no preço do diesel B comercializado nos postos será, em média, de R$ 3,10. Importante destacar que o último ajuste de preços da Petrobras para as distribuidoras, foi uma redução que ocorreu há 311 dias (em 06/05/2025) e que o último aumento realizado ocorreu em 01/02/2025, há mais de 400 dias portanto. Mesmo após essa atualização, no acumulado desde dezembro de 2022, os preços de diesel A vendidos às distribuidoras registram redução acumulada de R$ 0,84 por litro, o equivalente a uma queda de 29,6%, considerada a inflação do período. Impacto mitigado pela desoneração de tributos federais Ressalta-se que o impacto do reajuste anunciado para o consumidor final é mitigado, uma vez que o Governo Federal zerou as alíquotas de PIS/Cofins incidentes sobre a comercialização de diesel. Adesão da Petrobras ao programa de subvenção econômica Adicionalmente, conforme comunicado ao mercado, o Conselho de Administração da Petrobras aprovou a adesão da companhia ao programa de subvenção econômica à comercialização de óleo diesel, instituído pela Medida Provisória nº 1.340 de 12/03/2026, que prevê o pagamento de R$ 0,32 por litro às empresas beneficiárias. Diante do caráter facultativo do programa e do potencial benefício adicional, entende-se que essa adesão é compatível com o interesse da companhia. A efetiva assinatura do termo de adesão ficará condicionada à publicação e análise dos instrumentos regulatórios pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) relacionados ao preço de referência, necessários para a operacionalização da subvenção econômica. Dessa forma, para a Petrobras, o efeito combinado do ajuste de preços para as distribuidoras anunciado hoje e o potencial benefício do programa de subvenção, é equivalente a R$ 0,70 por litro, tendo seus efeitos para o consumidor mitigados pelas medidas anunciadas ontem pelo Governo do Brasil. Fachada da Petrobras Reprodução Veja os vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1
Honda tem prejuízo de US$ 3,6 bilhões; presidente e executivos vão cortar próprios salários em até 30%

Fábrica da Honda em Marysville, Ohio, Estados Unidos Divulgação / Honda A Honda registrou, segundo a Reuters, seu primeiro prejuízo anual em quase 70 anos como empresa listada em bolsa. A perda de US$ 3,6 bilhões (R$ 18,5 bilhões, em conversão direta) teve como principal causa a reestruturação de US$ 15,7 bilhões (R$ 80,9 bilhões) de sua estratégia para carros elétricos. O baque nas contas vem do cancelamento de três veículos que seriam produzidos nos Estados Unidos. A empresa cancelou o desenvolvimento e lançamento de três carros elétricos planejados para produção na América do Norte: Honda 0 SUV, Honda 0 Saloon e Acura RSX. Lembrando que Acura é uma marca de luxo que pertence a Honda. A decisão faz parte de uma reavaliação da estratégia de eletrificação da empresa devido a mudanças recentes no mercado automotivo. A Honda, segunda maior montadora do Japão, também registrou prejuízos no mercado chinês. A empresa tem enfrentado dificuldades para competir com veículos mais avançados de concorrentes como a BYD. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Executivos reduzem próprios salários O CEO da Honda, Toshihiro Mibe, afirmou que a forte queda na demanda por veículos elétricos torna “muito difícil” manter a lucratividade. Após o comunicado, as ações da empresa listadas nos Estados Unidos recuaram 8% durante as negociações prévias à abertura do mercado. Ainda segundo a Reuters, o presidente Mibe e Noriya Kaihara, vice-presidente da empresa, decidiram reduzir voluntariamente 30% de seus salários pelos próximos três meses. Outros executivos da Honda também farão cortes de aproximadamente 20%. Veja os vídeos que estão em alta no g1 De acordo com a Reuters, a Honda deve registrar uma perda anual de US$ 3,6 bilhões (R$ 18,5 bilhões) até o fim de março. A projeção anterior era de um lucro perto de US$ 3 bilhões (R$ 15,4 bilhões), mostrando uma mudança brusca nas expectativas. Analistas já previam perdas devido às mudanças nos planos de eletrificação da empresa. Mesmo assim, o valor apresentado surpreendeu o mercado, conforme explicou Julie Boote, analista da Pelham Smithers Associados, em entrevista à Reuters. Montagem de bateria na Fábrica da Honda em Marysville, Ohio, Estados Unidos Divulgação / Honda “O mais inesperado foi o cancelamento total da produção nos Estados Unidos, e não apenas sua redução. A Honda tinha metas ambiciosas para ampliar sua linha de veículos elétricos, mas essas expectativas foram prejudicadas pelas mudanças no mercado”, afirmou Boote. Outras montadoras também têm prejuízos A Stellantis, dona de marcas como Fiat, Peugeot, Citroën e Jeep, anunciou o maior baque financeiro entre as montadoras que revisaram suas operações ligadas a veículos elétricos. A companhia divulgou em fevereiro baixas de contábeis de 25,4 bilhões de euros. A Ford também reviu seus planos para o segmento eletrificados. Em dezembro, a empresa informou que faria um ajuste de US$ 19,5 bilhões e encerraria a produção de vários modelos movidos a bateria. A General Motors, dona de marcas como Chevrolet e Cadillac, seguiu caminho semelhante. Em janeiro, a empresa disse que registraria um impacto de US$ 6 bilhões por se desfazer de parte de seus investimentos em elétricos, incluindo um ajuste em caixa de US$ 4,2 bilhões relacionado ao cancelamento de contratos e acordos com fornecedores. O Grupo Volkswagen também sentiu os efeitos da reavaliação da sua estratégia de elétricos. Em setembro a VW anunciou o impacto de 5,1 bilhões de euros devido a revisão de produtos da Porsche, marca que pertence ao grupo. A mudança atrasou o lançamento de alguns modelos elétricos para priorizar veículos híbridos e movidos a combustão, incluindo uma baixa contábil de aproximadamente 3,5 bilhões de euros no Grupo VW. Honda Civic Hybrid vendido nos Estados Unidos Divulgação / Honda