Intendente Shopping Car

Todas as lojas em um só lugar
  • +5000 Carros Vendidos por mês
  • +150 Revendas de Automóveis
  • +10000 Carros em Estoque

Últimas Notícias

Viagem segura: veja orientações antes de sair de carro nos feriados prolongados

CNT lança Guia Viagem Segura 2026 A Confederação Nacional do Transporte (CNT) lançou nesta segunda-feira (9) o Guia Viagem Segura 2026 (acesse aqui) para orientar motoristas que vão pegar a estrada. Com a proximidade do carnaval, a entidade chama atenção para o calendário de 2026, que será marcado por uma sequência de feriados prolongados. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O guia traz ainda uma pesquisa que mostra que mais de 60% da malha rodoviária apresenta algum tipo de problema, como pavimento danificado, sinalização insuficiente e trechos considerados críticos, o que aumenta o risco de acidentes. O documento destaca a importância do planejamento da viagem, da escolha de rotas mais seguras, da manutenção preventiva do veículo e da prática da direção defensiva. O levantamento aponta um cenário preocupante: em 2025, as rodovias federais registraram 72.476 acidentes, com 6.040 mortes e mais de 83 mil feridos — uma média de 198 ocorrências e 17 óbitos por dia. As colisões foram o tipo de acidente mais comum, e a principal causa de mortes continuou sendo o tráfego na contramão. “Conhecer antecipadamente o trajeto, incluindo as condições do pavimento e a sinalização disponível, é essencial para reduzir riscos e tornar a viagem mais segura”, informou a CNT. Veja recomendações da CNT para uma viagem segura: BR-277 Divulgação Antes de iniciar a viagem Documentação: certificar-se de que os documentos do veículo estão em dia e que a CNH está dentro da validade. Condutores das categorias C, D e E devem verificar se o exame toxicológico está vigente; Inspeção mecânica: avaliar itens essenciais como o funcionamento dos freios, as condições e calibragem dos pneus, o sistema de arrefecimento, os níveis de óleo, e os sistemas de suspensão e direção; Sistema de iluminação: conferir faróis, lanternas, setas, luzes de freio e de ré; Veículos Elétricos/Híbridos: avaliar cabos, baterias de tração e planejar a rota considerando a localização de pontos de recarga; Planejamento de rota: pesquisar as condições das rodovias para priorizar trechos em melhor estado e identificar antecipadamente pontos de parada para descanso e abastecimento. Durante o percurso Respeito às regras e sinalização: seguir rigorosamente os limites de velocidade e a sinalização vertical e horizontal; Ultrapassagens Seguras: realizar ultrapassagens apenas em condições de máxima segurança, sempre pela esquerda, e exclusivamente onde a sinalização permitir (faixas seccionadas). O tráfego na contramão é apontado como a principal causa de mortes; Atenção constante: manter foco total na via, abstendo-se do uso de celular, fones de ouvido, ou de comer e fumar enquanto dirige para evitar distrações. A ausência de reação do condutor é a causa mais recorrente de acidentes; Descanso: respeitar os períodos de repouso, parando em locais seguros (como os Pontos de Parada e Descanso - PPD) sempre que houver sinais de cansaço ou sonolência; Capacidade de carga: não trafegar com excesso de peso, o que amplia as chances de tombamentos e saídas de pista. Além do Guia Viagem Segura 2026 (acesse aqui), a entidade oferece ferramentas como o Painel CNT de Acidentes Rodoviários (veja aqui), que permite avaliar as condições das estradas, identificar pontos perigosos e apontar os melhores trajetos com base em critérios de segurança e conservação. Veja os vídeos que estão em alta no g1
Cybertruck: veja comparação entre picape elétrica de Elon Musk e veículos à venda no Brasil

Como é a Cybertruck, picape 'inquebrável' da Tesla O Cybertruck, conhecido como o carro “indestrutível” de Elon Musk, voltou ao noticiário após a morte de um motociclista de 32 anos em um acidente envolvendo o modelo no Túnel Max Feffer, na Avenida Cidade Jardim, na zona sul de São Paulo, na madrugada desta quarta-feira (11). Com preço de aproximadamente R$ 300 mil na versão mais barata a partir da conversão direta, esse modelo poderia brigar com picapes médias como Toyota Hilux e Chevrolet S10. Nesta reportagem, você vai entender a diferença entre essas picapes e como funciona a Tesla Cybertruck. Preço Segundo o site da Tesla, existem três versões da Cybertruck disponíveis no mercado norte-americano desde dezembro de 2023: Rear-Wheel Drive (com tração apenas nas rodas traseiras) por US$ 60,990 (aproximadamente R$ 327 mil); All-Whell Drive (tração integral) por US$ 79,990 (R$ 430 mil); e CyberBeast por US$ 99.990 (R$ 540 mil) sem taxas e impostos. De acordo com apuração do g1, o valor da versão de entrada pode chegar a R$ 2 milhões ao incluir todos os encargos e custos de importação. A Tesla, empresa de carros elétricos do bilionário Elon Musk, entregou a primeira picape elétrica no dia 30 de novembro de 2023 para os primeiros compradores nos Estados Unidos, mas foi somente no último dia 21 de maio que a primeira Cybertruck chegou em solo brasileiro. O modelo tinha sido anunciado em 2019 para o mercado americano. Onde se encaixa a Cybertruck? Em termos de preço, ela é uma picape única e com importação independente, não tendo representação da Tesla no Brasil. Ou seja, é um veículo sem concorrentes por aqui. Contudo, colocando a Cybertruck no mercado brasileiro, é possível estabelecer algumas comparações e tomaremos como base a Fiat Toro, Toyota Hilux e a Ford F-150. Tesla Cybertruck Divulgação/Tesla De acordo com a tabela abaixo, a Cybertruck seria a mais potente dentre todas as picapes vendidas no Brasil atualmente, com um motor de 857 cavalos (cv) — entre os veículos da mesma categoria vendidos por aqui, a Ford F-150 é a mais pontente, com 405 cv. Mas o tamanho dela não é tão assustador quanto as imagens deixam transparecer. A picape da Tesla é 73 cm mais comprida que a Fiat Toro e 36 cm maior que a Toyota Hilux, mas perde para Ford F-150, que tem 20 cm a mais que ela no comprimento. A caçamba também não é um quesito que torna a Cybertruck um sonho de consumo para quem gosta de carregar bastante bagagem. Enquanto o modelo da Tesla oferece 1900 litros, a Ford F-150 é a que chega mais perto com um espaço de 1.370 litros dedicado às malas. Porém, o que pode incomodar consumidores aventureiros é a autonomia. Enquanto a picape da Tesla tem apenas 545 km de autonomia na versão intermediária, a F-150 ultrapassa os mil km. Confira a tabela abaixo as principais diferenças e semelhanças entre a picape elétrica e as tradicionais do nosso mercado: Polêmicas Também nas redes sociais, vídeos mostram uma Cybertruck totalmente polido. O carro, que é feito de aço inoxidável (entenda mais abaixo), parece um espelho. "E não é envelopamento", afirma um dos posts compartilhados. Veja abaixo: Initial plugin text Segundo a agência France Presse, um artigo da revista The American Prospect aponta que o material usado no veículo pode oxidar e, devido à sua rigidez, pode ser fatal em acidentes automobilísticos. Segundo a Tesla, a Cybertruck é à prova de balas. A montadora diz que o que garante a resistência do carro é o seu acabamento em um aço inoxidável ultra-duro que ajuda a reduzir marcas de desgaste e corrosão. A empresa de Musk diz que o vidro do carro suporta o impacto de uma bola de beisebol arremessada a uma velocidade de 112 km/h. Ao entregar as primeiras unidades, a montadora fez um teste e lançou uma bola sem tanta rapidez. Initial plugin text A demonstração foi menos arriscada do que a de 2019, quando o modelo foi apresentado. Na ocasião, o designer-chefe da empresa, Franz von Holzhausen, jogou uma pequena bola de ferro contra o veículo, que acabou ficando com a janela trincada. "Jogamos chaves inglesas, jogamos todo tipo de coisa, jogamos uma máquina de lavar e não quebrou. Por algum motivo, um pouco estranho, quebrou esta noite, não sei por quê", disse Musk, na ocasião, de acordo com a agência France Presse. O bilionário já disse acreditar que a Cybertruck é o melhor produto já feito pela Tesla. "É muito raro que apareça um produto que seja aparentemente impossível", afirmou. "Será algo único nas estradas. Finalmente, o futuro parecerá com o futuro". VÍDEO: como foi o novo teste da nave mais poderosa do mundo, criada por empresa de Musk A versão All-Wheel Drive (tração nas quatro rodas) roda até 545 km com apenas uma carga, segundo a fabricante. A empresa vende uma bateria extra para aumentar o alcance e afirma que é possível recuperar quase metade da carga em 15 minutos de carregamento rápido. Analistas classificaram a Cybertruck como um projeto de alto risco em relação a outros veículos da Tesla. "Vai atrair uma clientela mais rica, que pode pagar o preço e quer algo que seja único e peculiar", disse, à Reuters, Jessica Caldwell, chefe de insights da empresa de pesquisa automotiva Edmunds. "Não é um grande segmento da população que pode pagar por isso, especialmente com as atuais taxas de juros", afirmou. A Cybertruck deve competir com picapes elétricas, como: a Ford F-150 Lightning, que custa a partir de US$ 50 mil (R$ 268,2 mil); a Rivian R1T, a partir de US$ 73 mil (R$ 391,5 mil); e Hummer EV, a partir de US$ 96 mil (R$ 514,9 mil). Tesla Cybertruck Divulgação/Tesla LEIA TAMBÉM: Como tirar o 'online' do Instagram e usar o app sem ninguém saber Conheça mais detalhes da Cybertruck A picape da Tesla tem ainda uma central multimídia com duas telas: uma de 18,5 polegadas para a região frontal, e outra de 9,4 polegadas para os bancos traseiros. O modelo tem 15 alto-falantes que, segundo a fabricante, oferecem qualidade de estúdio. Com espaço para cinco pessoas, o carro também conta com um amplo teto de vidro. As primeiras unidades foram entregues na quinta-feira, mas outros clientes devem começar a receber os carros apenas em 2024. Os primeiros da fila são os que pagaram US$ 100 (cerca de R$ 500) para reservar seu lugar e aceitaram pagar o valor total do veículo. Veja abaixo as diferenças entre as versões da Cybertruck: Cybertruck Veja fotos da Cybertruck Cybertruck em loja da Tesla na Califórnia, em foto de 20 de novembro de 2023 Reuters/Mike Blake Cybertruck em loja da Tesla na Califórnia, em foto de 20 de novembro de 2023 Reuters/Mike Blake Tesla Cybertruck Divulgação/Tesla Tesla Cybertruck Divulgação/Tesla Tesla Cybertruck Divulgação/Tesla Tesla Cybertruck Divulgação/Tesla Tesla Cybertruck Divulgação/Tesla Tesla Cybertruck Divulgação/Tesla *Com reportagem de Paola Patriarca
Nova CNH: como funciona o novo sistema de pontos da prova prática, que não tem falta eliminatória

Nova CNH: como funciona o novo sistema de pontos da prova prática A publicação do Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular estabeleceu diretrizes únicas para os exames de direção em todo o país. As mudanças mais significativas incluem o fim da baliza como etapa obrigatória e a revisão dos critérios de aprovação e reprovação dos candidatos. De acordo com o manual, cada infração recebe uma pontuação específica, e o candidato só é aprovado se não ultrapassar o limite de 10 pontos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Além do sistema de pontos, foi extinta a infração única que levava à reprovação imediata. Com a nova regra, o candidato pode cometê-la e seguir com a prova. As infrações passam a ser classificadas por peso, da seguinte forma: Infrações leves: 1 ponto; Infrações médias: 2 pontos; Infrações graves: 4 pontos; Infrações gravíssimas: 6 pontos. O candidato pode somar pontos em diferentes ocorrências, desde que não ultrapasse o limite de 10 pontos. Ao atingir esse valor, a reprovação é automática. Veja abaixo a lista completa de infrações. Clique ou toque em cada uma das quatro categorias para ver todos os erros que compõem cada tipo de infração: Veja os principais pontos que mudam com o novo manual: O trajeto passa a incluir manobras de estacionamento; A baliza deixa de ser obrigatória, mas continua podendo ser aplicada; O candidato passa a ter mais tempo e vagas maiores para estacionar; O primeiro reteste passa a ser gratuito; O carro pode ser do candidato, com câmbio manual ou automático; Divisão clara de papéis entre os responsáveis pela avaliação; Trajeto deve ser progressivo e ocorrer em ambiente real; Rodovias, estradas e vias expressas ficam proibidas. O trajeto passa a incluir manobras de estacionamento O candidato deixa de ter o estacionamento como uma etapa isolada da avaliação de suas habilidades de direção. Com o novo manual, a parada do carro em uma vaga delimitada deve acontecer durante o trajeto. "O estacionamento envolve a aplicação coordenada de habilidades cognitivas, perceptivas e operacionais. Trata-se de uma manobra com características próprias, realizada em baixa velocidade, mas que exige do condutor a leitura adequada do ambiente, a antecipação de riscos e a tomada de decisões compatíveis com as condições do local", diz o manual. O manual explica ainda que o candidato também será avaliado pela análise que fizer antes de escolher a vaga, levando em conta o ambiente da rua ou do local onde estiver. Será esperado que ele considere as seguintes variáveis ao decidir se deve estacionar ou não: O volume de circulação de outros veículos; A presença de pedestres e de outros usuários vulneráveis; As condições de visibilidade do local; A sinalização existente no local; As restrições do local, como placas que proíbem o estacionamento. Voltar ao início. A baliza deixa de ser obrigatória, mas continua podendo ser aplicada A baliza deixa de ser obrigatória, mas não deixa de existir. Como explicado no ponto anterior, o estacionamento passa a integrar a avaliação do candidato e, nesse contexto, a baliza pode ser necessária para entrar em uma vaga mais apertada. Como o estacionamento faz parte do trajeto, o candidato também é avaliado pela forma como deixa o veículo. Voltar ao início. O candidato passa a ter mais tempo e vagas maiores para estacionar; O manual deixa claro que não há tempo máximo para que o candidato conclua o estacionamento do veículo. No entanto, o documento prevê uma avaliação baseada em um “tempo razoável”. "Quando se tornar evidente que o candidato não consegue concluir o trajeto ou finalizar o estacionamento em tempo razoável, de modo a comprometer a continuidade regular do exame, o preposto [agente] deverá registrar a ocorrência e comunicá-la à Comissão de Exame de Direção Veicular, para fins de deliberação quanto à interrupção definitiva do exame", diz o manual. As vagas reservadas para o estacionamento e a baliza dos carros precisam ter as dimensões do veículo acrescidas de 50% desse espaço. Assim, um carro com 4,5 metros de comprimento e 2 metros de largura será avaliado em uma vaga com 6,75 metros de comprimento e 3 metros de largura. Voltar ao início. O primeiro reteste passa a ser gratuito Em caso de reprovação, o candidato poderá realizar um novo teste sem pagar por outro exame prático. A depender da agenda do dia, esse novo exame de direção pode acontecer no mesmo dia, inclusive logo após a notificação da reprovação. Se a agenda do dia não permitir o reteste, o candidato poderá agendar uma nova tentativa em outra data. Voltar ao início. O carro pode ser do candidato, com câmbio manual ou automático O exame agora pode ser realizado em veículos com qualquer tipo de transmissão, seja manual ou automática. Quando o veículo for fornecido pelo órgão executivo de trânsito, cabe a ele garantir que o carro esteja estacionado no local da prova e em conformidade com as regras de trânsito, como estar devidamente emplacado, com os itens obrigatórios de segurança e, segundo o manual, “em condições de uso”. No caso de veículo do candidato, a responsabilidade é exclusiva dele. O candidato só pode estar no carro nas seguintes situações: Quando um instrutor devidamente autorizado estiver presente no veículo; Quando outra pessoa já habilitada dirigir o veículo e o posicionar no local da prova. Voltar ao início. Divisão clara de papéis entre os responsáveis pela avaliação Prova prática em São Paulo divulgação/Detran-SP O manual estabelece que quatro servidores são responsáveis pela avaliação do candidato no momento do exame: Preposto: agente que acompanha o candidato na prova prática e é responsável por transmitir instruções durante o trajeto, indicar deslocamentos e assegurar a segurança do candidato. Comissão de Exame de Direção Veicular: formada por três agentes que, como uma banca avaliadora, participam do exame apenas para a avaliação técnica e a definição do resultado final. Todos os membros são servidores públicos, e ao menos um deles deve possuir habilitação na categoria da prova. Voltar ao início. Trajeto deve ser progressivo e ocorrer em ambiente real Segundo o manual, o percurso deve seguir critérios técnicos rigorosos para evitar “pegadinhas” para "induzir o erro do candidato ou para impor dificuldades artificiais dissociadas da finalidade do exame". "Não é admissível a adoção de trajetos ou situações intencionalmente estruturadas como armadilhas, com o objetivo de elevar indevidamente o grau de reprovação ou de submeter o candidato a desafios desproporcionais e incompatíveis com a avaliação da condução segura em vias públicas", diz o manual. Assim, o trajeto deve seguir uma progressão de dificuldades naturais de um ambiente real, permitindo que o candidato evolua de forma mais gradual. "Essa progressividade é especialmente relevante em razão do contexto avaliativo do exame, no qual o candidato se encontra submetido a maior carga de estresse e ansiedade," aponta o manual. Voltar ao início. Rodovias, estradas e vias expressas ficam proibidas O manual aponta algumas situações que não são aceitas durante o teste de direção. São elas: Vias expressas ou de trânsito rápido; Estradas; Trechos com obras em andamento; Desvios provisórios; Sinalização temporária instável ou intervenções viárias que alterem de forma significativa a previsibilidade da circulação; Áreas com elevada concentração de carga e descarga; Zonas logísticas; Centros de abastecimento; Trechos com alto índice de veículos pesados; Túneis; Pontes; Viadutos; Passagens em desnível; Travessias ferroviárias; Ruas sem saída. O objetivo dessas restrições é evitar surpresas para o candidato, especialmente em situações para as quais ele não foi devidamente treinado. Segundo o manual, esses cenários dificultam excessivamente o trajeto e exploram situações excepcionais. Voltar ao início.