Intendente Shopping Car
-
+5000 Carros Vendidos por mês
-
+150 Revendas de Automóveis
-
+10000 Carros em Estoque
Últimas Notícias

Carros circulam em São Paulo. Alexandre Meneghini/Reuters Os emplacamentos de veículos novos somaram 509.686 unidades em setembro, informou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) nesta segunda-feira (5). Veja o ranking dos mais vendidos. O número representa alta de 1,15% em relação a agosto e de 8,32% na comparação com setembro do ano passado. Foi o melhor resultado para um mês de setembro da série histórica. No acumulado do ano, foram emplacados 4,23 milhões de veículos, aumento de quase 15% em relação ao mesmo período do ano passado. As vendas de automóveis e comerciais leves somaram 268.721 unidades em setembro, alta de 2,13% em relação a agosto e de 16,16% na comparação com setembro do ano passado. Agora no g1 Segundo o presidente da Fenabrave, Arcelio Junior, o desempenho foi impulsionado pela concorrência e por programas de estímulo ao setor, como o Move Brasil e o Carro Sustentável. "O mercado continua demonstrando demanda por veículos novos, mesmo em um ambiente ainda complexo de crédito", destacou. A Fenabrave manteve suas projeções para 2026, mas informou que poderá revisá-las em novembro. "Os resultados atuais nos indicam um fechamento de ano melhor do que o esperado, para a maior parte dos segmentos, mas vamos aguardar o desempenho de outubro, que pode apontar ajustes no mercado", acrescentou Arcelio Junior. Veja o ranking de veículos mais vendidos em setembro Fiat Strada: 16.002 unidades Volkswagen Polo: 11.095 unidades BYD Dolphin Mini: 9.385 unidades Volkswagen T-Cross: 9.339 unidades Volkswagen Tera: 8.725 unidades Fiat Argo: 8.603 unidades Fiat Pulse: 7.150 unidades Chevrolet Onix: 7.133 unidades GWM Haval H6: 6.433 unidades Fiat Mobi: 6.395 unidades *Com informações da agência de notícias Reuters.

Honda City 2027 tem como novidade a inédita versão RS, exclusiva da carroceria hatch. Divulgação / Honda A Honda apresentou nesta sexta-feira (2) a linha 2027 do City. A principal novidade é a inédita versão RS. Oferecida exclusivamente na carroceria hatch, a configuração assume o topo do catálogo do modelo no Brasil, acima da versão Touring. É o primeiro Honda RS no Brasil. A marca também atualizou o design do City hatch e sedã, e apresentou uma nova central multimídia com tela de 10 polegadas. O motor 1.5 aspirado de 126 cv e o câmbio automático CVT não sofreram alterações. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A pré-venda começa neste sábado (5), com um lote promocional de 3 mil unidades e os mesmos preços da linha 2026. Os valores variam de R$ 117.500, na opção de entrada LX, a R$ 156.400, na nova versão RS. (veja equipamentos e versões no fim da reportagem) Após o fim desse lote, o preço da versão LX aumentará R$ 200, enquanto as demais versões ficarão R$ 1.100 mais caras. Agora no g1 O g1 perguntou a executivos da Honda sobre a estratégia de precificação e se a concorrência das marcas chinesas motivou o reajuste tímido. Segundo Ariel Mógor, gerente de marketing da Honda, não está nos planos da marca entrar em uma guerra de preços e descontos. “A Honda tem altos índices de satisfação no pós-venda e temos um retorno dos clientes que já são Honda”, explica. Segundo o executivo, a Honda avalia que as evoluções do City, combinadas ao pequeno reajuste de preço, são suficientes para atender o cliente da marca. Além disso, a rede de concessionários tem uma estratégia de valorização dos seminovos Honda na troca por carros zero km. Entre janeiro e agosto de 2026, a Honda emplacou 18.909 unidades da família City. Desde julho, já com a mudança para a linha 2027 em vista, as vendas aceleraram e atingiram nos últimos meses os melhores resultados do ano. Mas o g1 já mostrou que o mercado de novos e seminovos têm visto forte ajuste de preços em 2026. O movimento foi impulsionado pela chegada de novos carros chineses na faixa entre R$ 100 mil e R$ 200 mil, justamente onde o City está posicionado. Nesta semana, por exemplo, a Omoda&Jaecoo lançou o SUV compacto Jaecoo 5 por R$ 154.990. O modelo é híbrido, maior que o Honda City, tem 224 cv de potência e consumo de 15,5 km/l. Além disso, brotaram nesse segmento grandes promoções de carros zero km de marcas tradicionais, como Toyota, Jeep e Volkswagen. Galerias Relacionadas Versão RS A variante RS apresenta apenas mudanças estéticas de apelo esportivo, sem alterações mecânicas. O visual começa com teto, capas dos espelhos retrovisores, antena e aerofólio superior pintados de preto. O City RS também traz ponteira de escapamento esportiva, logotipos específicos na grade e na tampa do porta-malas, além de rodas de liga leve de 16 polegadas com pintura preta e verniz escurecido. Na traseira, o RS conta com um para-choque exclusivo, com a seção central inferior dividida em três partes. A intenção é simular um difusor de ar. O interior da nova configuração recebeu teto escurecido, pedais de alumínio e costuras vermelhas nos bancos e revestimentos. Por fora, a versão pode ser cinza ou vermelha, sempre com teto preto. Galerias Relacionadas Nova cara As demais configurações da linha 2027 também passaram por mudanças estéticas, concentradas principalmente na dianteira. A montadora alterou o formato dos para-choques e adotou faróis Full LED de série em todas as versões. As versões Touring e RS receberam uma barra de iluminação em LED que interliga os faróis e funciona como luz de posição, recurso que já virou tendência em várias marcas. A dianteira ganhou uma nova moldura na cor da carroceria ao redor do logotipo, o que cria a impressão de um capô mais longo. A grade superior agora tem formato de colmeia em todas as versões e uma leve inclinação. Honda City 2027 tem novo design e mais equipamentos. Divulgação / Honda No sedã, a entrada de ar inferior tem formato de trapézio invertido com filetes horizontais. O hatch tem grade em colmeia na parte inferior da dianteira, com uma seção pintada na cor da carroceria. A Honda mantém peças diferentes nas versões sedã e hatch. A traseira do sedã ganhou um para-choque com desenho em formato de trapézio e refletores verticais nas extremidades. No hatch, o para-choque traseiro tem recortes mais afilados. As rodas de liga leve de 16 polegadas receberam novos acabamentos, em tons de cinza ou preto, dependendo da versão. O conjunto mecânico foi mantido sem alterações nas duas carrocerias. Os veículos continuam com o motor 1.5 flex de quatro cilindros, com bloco e cabeçote de alumínio e injeção direta de combustível. O propulsor entrega 126 cv de potência tanto com etanol quanto com gasolina. O torque é de 15,8 kgfm com etanol e 15,5 kgfm com gasolina. A transmissão automática CVT simula trocas de marcha e aciona automaticamente o freio-motor em descidas ao detectar o uso do pedal de freio. O consumo declarado para o City Sedan é: Etanol (cidade): 9,1 km/l Etanol (estrada): 10,8 km/l Gasolina (cidade): 12,9 km/l Gasolina (estrada): 15,3 km/l O consumo declarado para o City Hatch é: Etanol (cidade): 9,1 km/l Etanol (estrada): 10,7 km/l Gasolina (cidade): 13,2 km/l Gasolina (estrada): 15,1 km/l Galerias Relacionadas Novidade na cabine Por dentro, os modelos Touring e RS ganharam uma nova central multimídia com tela sensível ao toque de 10 polegadas. O sistema reconhece toques com múltiplos dedos para controlar o volume e mudar de faixa e também oferece integração sem fio para celulares via Android Auto e Apple CarPlay. O g1 testou a novidade, que funciona bem. A Honda apostou em uma abordagem mais sóbria e tradicional para a central multimídia. Enquanto outras marcas usam telas coloridas e com animações, a marca japonesa prefere um visual mais direto ao ponto. No pacote de segurança, todos os veículos passaram a contar com seis airbags. O sistema de assistência à condução da marca, que inclui recursos como frenagem automática de emergência e assistente de permanência em faixa, passou a ser de série nas opções EX, EXL, RS e Touring. O controle de cruzeiro adaptativo foi atualizado e agora permite acompanhar o carro da frente em baixas velocidades até a parada completa. Galerias Relacionadas O sistema de conectividade por aplicativo, que permite rastrear o carro e acionar remotamente o ar-condicionado pelo celular, está disponível a partir da versão EXL. A montadora também ampliou para seis anos a garantia de fábrica de toda a linha, sem limite de quilometragem. As vendas da nova linha começam no início de novembro. Até lá, a Honda realiza uma pré-venda com os mesmos preços da linha 2026 e documentação gratuita para veículos financiados pelo banco da montadora. Segundo a Honda, não está nos planos manter os preços promocionais nos lotes seguintes do novo City. Galerias Relacionadas Preços Honda City 2027 City LX: hatch e sedã R$ 117.700 (pré-venda R$ 117.500) Faróis com tecnologia Full LED; Seis airbags; Assistente de estabilidade e tração (VSA); Assistente de partidas em rampa (HSA); Sistema de luzes de emergência (ESS); Alerta de pressão dos pneus (TPMS); Assistente de frenagem de emergência (EBA). City EX: hatch R$ 137.400 / sedã R$ 138.400 (pré-venda hatch R$ 136.300 / sedã R$ 137.300) Pacote de assistência à condução Honda Sensing (controle de cruzeiro adaptativo com parada total, frenagem de mitigação de colisão, sistema de permanência de faixa, assistente de evasão de pista e farol alto automático); Rodas de liga leve de 16 polegadas de alumínio com face diamantada e pintura interna na cor cinza. City EXL: hatch R$ 144.800 / sedã R$ 145.800 (pré-venda hatch R$ 143.700 / sedã R$ 144.700) Sistema myHonda Connect (aplicativo de celular para rastreamento, partida remota do motor, acionamento do ar-condicionado à distância e travamento das portas). City Touring: hatch R$ 153.300 / sedã R$ 154.300 (pré-venda hatch R$ 152.200 / sedã R$ 153.200) Barra de iluminação em LED que conecta os faróis dianteiros; Central multimídia com tela de 10 polegadas sensível a múltiplos toques para comandos de volume e mudança de faixa; Rodas de liga leve de 16 polegadas com pintura interna na cor preta; Acabamento interno na cor cinza claro (configuração exclusiva para a carroceria sedã com pintura externa nas cores Branco Topázio, Azul Cósmico ou Cinza Basalto); City RS: somente hatch R$ 156.400 Teto, capas dos retrovisores, antena e aerofólio superior com pintura preta; Para-choque traseiro exclusivo com seção central inferior dividida em três partes; Escapamento com ponteira esportiva; Emblemas da configuração posicionados na grade e na tampa traseira; Rodas de liga leve de 16 polegadas com pintura preta e aplicação de verniz escurecido; Revestimento interno do teto na cor preta; Bancos e demais revestimentos da cabine com costuras vermelhas; Pedais com acabamento em alumínio; Pintura perolizada.

Leapmotor B10 REEV divulgação/Leapmotor Com um ano de operação no Brasil, a Leapmotor ainda tenta ganhar espaço no mercado brasileiro, disputado por outras marcas chinesas, como GAC, Omoda&Jaecoo, Geely, GWM e BYD. A versão híbrida do SUV B10 chega ao país por R$ 179.990 e aposta na tecnologia REEV para se diferenciar. O sistema é um híbrido plug-in "às avessas", em que o motor a combustão não movimenta as rodas, mas funciona como gerador para recarregar a bateria que alimenta o motor elétrico. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O B10 utiliza um motor 1.5 aspirado como gerador de eletricidade e tem bateria de 18,8 kWh. Com o tanque cheio e a bateria totalmente carregada por meio do sistema plug-in, o B10 promete autonomia de até 900 km. O g1 percorreu quase 120 km pelas proximidades de São Paulo (SP) para entender se o modelo tem vantagens suficientes para fazer seu nome. Agora no g1 Como anda o Leapmotor B10 A tecnologia do Leapmotor B10 híbrido não faz com que o carro se destaque pelo desempenho. Ele segue sendo um SUV focado no conforto, com bom espaço interno e adequado para famílias. São 4,53 metros de comprimento, 1,88 metro de largura e 2,73 metros de entre-eixos, dimensões típicas de SUVs médios, como Jeep Compass e Toyota Corolla Cross. É na autonomia de 900 km que está o diferencial, graças à tecnologia REEV. Quando depende da gasolina para gerar eletricidade, o B10 faz 13,5 km/l na cidade e 12,3 km/l na estrada. Mas a eficiência pode chegar a quase o triplo se o proprietário mantiver a bateria carregada na tomada. Outra curiosidade é que o B10 tem tração traseira, mas, mesmo no modo de condução esportivo, os 218 cv de potência e os 24,5 kgfm de torque pareceram mansos. Não há atraso entre o comando no acelerador e a resposta, mas fica a impressão de que a entrega de força foi calibrada para evitar reações muito ariscas. A tração traseira tende a exigir mais cuidado em curvas acentuadas e velocidades mais altas, mas, ao volante, o controle de estabilidade se mostrou bastante atuante e reduziu o receio típico desse tipo de tração. A suspensão continua mais macia do que a de marcas alemãs, como Volkswagen e Audi, mas parece ter passado por ajustes para se adaptar melhor à forma de dirigir do brasileiro. A carroceria balançou bem menos do que no B10 elétrico testado pelo g1. O resultado é um carro confortável para quem dirige e para os passageiros, com preço abaixo da tabela de seus principais concorrentes híbridos, como o BYD Song Pro (R$ 196.990), Geely EX5 EM-i (R$ 191.490), o Jaecoo 7 (R$ 189.990) e o GWM Haval H6 PHEV19 (R$ 250.000). Pouca novidade por fora e por dentro Galerias Relacionadas O novo B10 híbrido traz pouquíssimas mudanças em relação ao modelo totalmente elétrico, lançado em abril deste ano. Em resumo, o carro tem: Linhas discretas e visual minimalista em toda a carroceria; Grade frontal de dimensões reduzidas; Maçanetas escamoteáveis, embutidas na carroceria; Lanternas traseiras interligadas em linha reta. Há, sim, um ar de modernidade pouco comum em carros ocidentais, mas o modelo também segue uma receita de design amplamente adotada por outras marcas chinesas. Por isso, o visual do Leapmotor B10, seja na versão elétrica ou REEV, já não parece tão criativo. Há algumas firulas dignas de nota: o B10 adota uma solução inspirada na Tesla para a chave, usando um cartão com tecnologia de aproximação por NFC. Cartão que abre as portas e liga o Leapmotor B10 divulgação/Leapmotor É o cartão que destranca a porta ao ser encostado no retrovisor esquerdo. Também é possível configurar uma chave digital no celular e usar o aparelho no lugar do cartão. É diferentão, mas ainda menos prático do que uma chave física tradicional. Depois de entrar no carro, continua presente o minimalismo exagerado comum em modelos chineses. Não há botões para: Controle do ar-condicionado; Abertura e fechamento da cortina do teto solar; Ajuste dos retrovisores laterais; Controle dos faróis. A inspiração na Tesla segue no interior. Vai do teto solar sem abertura ao volante, que tem duas pequenas rodas ao alcance dos dedos para cumprir múltiplas funções. São elas que ajustam os retrovisores laterais após a seleção da função correspondente na central multimídia. No uso normal, controlam o volume do sistema de som e a velocidade do piloto automático adaptativo. Assim como nos Tesla, ativar o piloto automático adaptativo exige baixar duas vezes a alavanca de câmbio, que fica atrás do volante. Ainda bem: desta vez, a Leapmotor não levou a inspiração ao extremo e manteve o câmbio fora da central multimídia. Galerias Relacionadas Nota-se que o forte do carro é o conforto ao perceber as superfícies macias nos principais pontos de contato e acabamento em couro que transmite uma sensação mais refinada. Há poucas costuras aparentes e, nas que aparecem, a linha tem exatamente a mesma cor do acabamento. A intenção é que passem despercebidas. Sentar nos bancos da frente ou da segunda fileira dá a sensação de estar em um sofá que abraça, e não no banco de um carro. Até quem viaja no meio da segunda fileira está bem servido. O piso é plano, o banco não é elevado nessa posição e o console central não avança muito para trás. Dá para acomodar os pés sem disputar espaço com os ocupantes das laterais. E o tapete que vem de série é macio, como os de casa. Por fim, o porta-malas poderia ser maior. São apenas 350 litros. Para comparar, o Jeep Renegade, conhecido pelo porta-malas pequeno, tem apenas 20 litros a menos do que o B10. Ou seja: oferece conforto para viagens longas, mas exige algum exercício de desapego na hora de montar a bagagem. Leapmotor B10 divulgação/Leapmotor Ficha técnica do Leapmotor B10 REEV arte/g1 Leapmotor B10 híbrido: vale a pena? Os pontos fortes do B10 são o preço competitivo, o conforto para todos os ocupantes e o conjunto híbrido, no qual o motor a gasolina atua exclusivamente como gerador de eletricidade. Entre os pontos negativos estão o excesso de minimalismo, porta-malas com pouco espaço e o desempenho do motor, que não entrega a mesma sensação sugerida pelos números da ficha técnica. Para quem procura um carro mais discreto e ainda não pretende gastar perto de R$ 200 mil em um híbrido plug-in, ele faz sentido. A possibilidade de rodar em modo elétrico na cidade e consumir ainda menos combustível reforça seu custo-benefício, tornando-o a melhor escolha nesse cenário. Por outro lado, por apenas R$ 10 mil a mais, o Jaecoo 7 se mostra uma opção mais atraente. Entre seus principais diferenciais estão a autonomia combinada 33% superior, que chega a 1.200 km, e o porta-malas significativamente maior, com capacidade para 500 litros.








