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José Cruz/Agência Brasil Pesquisadores brasileiros do Instituto Tecnológico de Mauá iniciarão testes para investigar a viabilidade de aumentar a mistura de biodiesel no diesel para 20% em maio, disse Renato Romio, gerente da divisão de veículos do instituto, nesta quinta-feira (23). 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O Brasil é uma potência na produção de biocombustíveis a partir de matérias-primas como soja e cana-de-açúcar, com misturas obrigatórias atuais de 15% de biodiesel no diesel e 30% de etanol anidro na gasolina. A crise energética global causada pela guerra no Irã tem forçado o Brasil a ampliar esforços para aumentar essas misturas obrigatórias e reduzir a dependência de combustíveis fósseis e fontes de energia importadas. "A ideia é começar em maio", disse Romio à Reuters, em um evento realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e pelo Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) em São Paulo. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Durante a primeira fase, o instituto testará misturas de biodiesel de 15% e 20% -- conhecidas como B15 e B20, respectivamente -- e planeja instalar o primeiro motor a ser testado no próximo mês, disse Rômio. Os combustíveis a serem testados devem chegar na última semana de maio, acrescentou. Os motores serão testados por 300 horas para avaliar o entupimento do filtro, o comportamento do sistema de injeção e para inspecionar o bico injetor, disse Romio, acrescentando que a segunda fase de testes também analisará as emissões de poluentes em diesel misturado com 7% e 25% de biodiesel. Os testes planejados são uma boa notícia para o setor, disse o diretor de economia e assuntos regulatórios da Abiove, Daniel Amaral, no evento. "Porque é um conjunto de testes bastante amplo, bastante bem discutido entre todas as entidades que estão relacionadas à questão da produção e do uso de biodiesel e que certamente vai abrir as portas para misturas superiores a B15 até o B20, o que traz um cenário bastante promissor para o setor", disse Amaral. Trata-se de um conjunto bastante abrangente de testes, amplamente discutido por todas as entidades relacionadas à produção e ao uso do biodiesel", disse Amaral. "Certamente abrirá caminho para misturas acima de B15 e até B20, o que representa um cenário muito promissor para o setor."

Configurador do Super Veloce Unico, supercarro brasileiro Divulgação / Super Veloce Quem cresceu jogando videogame, com títulos como Gran Turismo, Forza ou Need for Speed, conhece a diversão de um configurador de carros. É ali que o jogador escolhe a pintura, define o interior, testa diferentes rodas e observa o resultado final. Agora, essa experiência chega ao primeiro supercarro brasileiro. O Unico, da marca Super Veloce, oferece nove opções de tons em fibra de carbono, 11 cores brilhantes e quatro alternativas foscas. O site permite montar o modelo e visualizar o resultado na tela. O usuário pode selecionar faixas distribuídas pela carroceria e escolher entre 13 cores para pintá-las. O interior, que acomoda apenas o motorista, também pode ser personalizado. Há 11 opções de cores para os acabamentos. Configurador do Super Veloce Unico, supercarro brasileiro Divulgação / Super Veloce O configurador traz ainda quatro modelos de rodas, com quatro opções de cores. Também é possível escolher uma das nove cores disponíveis para as pinças de freio. Ao final da configuração, o interessado pode solicitar uma cotação à equipe de vendas da Super Veloce. Nesse ponto, a experiência deixa de ser apenas virtual. É preciso ter conta bancária farta. A estimativa é que cada unidade custe cerca de R$ 1,5 milhão. Segundo a empresa, três Unicos já foram encomendados. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Sem passageiros O Super Veloce Unico foi apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro de 2025. A marca foi criada pelo empresário Rafael Espíndola, conhecido pelo Batmóvel adquirido pelo jogador Neymar Jr. O Unico foi desenvolvido no Brasil ao longo de dois anos. O desenho é assinado por Adhemar Cabral, e a fabricação ocorre na zona sul de São Paulo. Por enquanto, o modelo só pode rodar em pistas fechadas, mas a empresa trabalha para viabilizar a homologação para uso em vias públicas. Super Veloce Unico, supercarro brasileiro com preço estimado em R$ 1,5 milhão Divulgação / Super Veloce O carro é um monoposto, ou seja, transporta apenas o piloto. A ideia não é novidade; modelos como BAC Mono, McLaren Solus e Caparo T1 são exemplos de carros para só uma pessoa. A estrutura é tubular, feita de aço carbono, com a opção de uso de cromo-molibdênio, material que deixa o conjunto mais rígido. A carroceria é de fibra de carbono e pesa apenas 40 kg. Em comunicado, a marca afirma que cada detalhe do desenho tem uma função específica, como melhorar a passagem do ar, ajudar no resfriamento do motor ou aumentar a aderência ao solo. Modelo tem motor 2.0 turbo de 360 cv e chega a 270 km/h Divulgação / Super Veloce O motor é um quatro cilindros 2.0 turbo da Ford, com 360 cv e torque de 42 kgfm. Embora os números não impressionem à primeira vista, o peso total do Unico é de apenas 700 kg. Um carro popular 1.0, por comparação, pesa cerca de 1.100 kg. Com esse conjunto, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos e atinge velocidade máxima de 270 km/h. O comprador pode optar por câmbio automático sequencial de seis marchas, com trocas feitas por aletas atrás do volante. O projeto prioriza a facilidade de condução e a estabilidade em curvas rápidas. A suspensão dianteira e traseira segue o padrão usado em carros de corrida. Os freios são da Brembo, as rodas de 18 polegadas levam a marca americana Apex e os pneus semislick da Yokohama são voltados para uso em autódromos.

GWM Ora 5 promete 1 mil km com tanque cheio A GWM lançou nesta sexta-feira (24) o Ora 5, primeiro híbrido da linha, no Salão do Automóvel de Pequim. O modelo foi flagrado em testes no Brasil, e chega para concorrer em uma faixa de SUVs híbridos como o Toyota Corolla Cross e abaixo do Haval H6. A fabricante não detalhou boa parte das especificações técnicas do modelo. A potência total do sistema híbrido não foi revelada, mas a marca confirmou o uso de um motor elétrico combinado a um motor a combustão 1.5 turbo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Uma configuração parecida já é utilizada no Haval H6, em que esse conjunto híbrido entrega 243 cv de potência e 55 kgfm de torque, utilizando exclusivamente gasolina. No Ora 5, a autonomia divulgada é de até 1.100 km, enquanto o consumo urbano informado é de 22,2 km/l, segundo o sistema de medição chinês. O próprio carro gerencia automaticamente o uso do motor elétrico ou do motor a combustão, além de controlar a recarga da bateria. GWM Ora 5 divulgação/GWM (O repórter viajou para o evento a convite da Leapmotor e GWM.) Em termos de tamanho, o Ora 5 segue proporções de SUV. O modelo tem 4,47 metros de comprimento e 2,72 metros de entre-eixos. Para efeito de comparação, ele é cerca de 7 centímetros mais curto que um Jeep Compass e tem um entre-eixos 8 centímetros maior que o do Toyota Corolla Cross. Ora 5 quer enfrentar Toyota e a própria GWM Em 2026, o híbrido mais vendido do Brasil é o Toyota Corolla Cross, com 5.950 unidades emplacadas entre janeiro e março, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). O SUV da Toyota registra consumo urbano de até 16,6 km/l com gasolina. Pelos números divulgados pela GWM, o Ora 5 é 33% mais econômico, mas a medida de contagem do sistema chinês costuma ser mais "generoso" do que o apurado no Brasil. Ainda assim, o modelo também promete gastar menos combustível que o segundo híbrido mais vendido do período, o Haval H6 (4.478 unidades emplacadas). De acordo com o Inmetro, o Haval H6 tem consumo urbano de 14,7 km/l com gasolina.








