Intendente Shopping Car

Todas as lojas em um só lugar
  • +5000 Carros Vendidos por mês
  • +150 Revendas de Automóveis
  • +10000 Carros em Estoque

Últimas Notícias

Nova CNH: brasileiros deixaram de gastar R$ 499 milhões com renovação automática, diz ministério

Com as novas regras da CNH, em vigor desde o fim de 2025, 685.325 motoristas conseguiram renovar a habilitação de forma automática e gratuita, segundo o Ministério dos Transportes. A economia com taxas chegou a R$ 499,2 milhões. Esse valor deixou de ser arrecadado com taxas, exames e procedimentos administrativos. Entre as regiões do Brasil, o Sudeste lidera o ranking de renovações automáticas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O top 5 dos estados do país com mais renovações gratuitas é o seguinte: São Paulo: 182.884 renovações; Paraná: 51.402 renovações; Bahia: 31.109 renovações; Goiás: 26.835 renovações; Pará: 12.388 renovações. Como renovar a habilitação automaticamente e de graça A medida é um benefício para o chamado “bom condutor”. Para ser considerado, o motorista precisa cumprir os seguintes critérios: 🪪 Não ter pontos registrados na CNH nos últimos 12 meses; 🚨 Não ter infrações de trânsito registradas no documento no mesmo período; 📝 Estar cadastrado no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC). Para aderir ao RNPC e ter a CNH renovada de graça, o motorista deve: Abrir o aplicativo CNH Brasil; Selecionar a opção “Condutor”; Acessar “Cadastro Positivo”; Tocar em “Autorizar participação”. CNH física não é emitida de graça e nem automaticamente Carteira Nacional de Habilitação (CNH) Detran/PI Segundo as novas regras, apenas a versão digital da CNH é renovada automaticamente. Caso o condutor também queira o documento físico, será necessário solicitá-lo separadamente, após a renovação da versão digital. Para receber a CNH física, o condutor pode fazer a solicitação pelo aplicativo CNH Brasil ou presencialmente em uma unidade do Detran do estado onde reside. As novas regras da CNH não eliminaram o custo de emissão da carteira física, cujo valor varia conforme o Detran de cada estado. A renovação da CNH física envolve os seguintes valores: Em São Paulo, por exemplo, o valor é de R$ 122,17. Em Alagoas, a cobrança é maior, chegando a R$ 144,12; No Acre, a taxa é de R$ 89,75. É importante destacar que nem todos os condutores têm direito à renovação automática da CNH, mesmo aqueles que não cometeram infrações ou receberam multas nos últimos 12 meses. Pelas novas regras, condutores com mais de 50 anos podem renovar automaticamente a CNH apenas uma vez. Além disso, os casos abaixo não têm direito à renovação automática: Condutores com 70 anos ou mais; A renovação automática não vale para motoristas que têm a validade da CNH reduzida por recomendação médica, em casos de doenças progressivas ou condições que exigem acompanhamento de saúde.
Mesmo sem obrigatoriedade, alunos decidem continuar treinando baliza após mudanças na CNH: ‘Faz parte de aprender a dirigir'
Mesmo sem obrigatoriedade, alunos decidem continuar treinando baliza após mudanças na CNH O Fantástico mostrou o clima entre alunos após a retirada da baliza do exame prático para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em São Paulo. O que antes era um pesadelo e medo de reprovação, agora parece uma questão de responsabilidade e consciência. A jovem Ana, que está prestes a fazer a prova, pediu ao instrutor o que muitos não têm feito: continuar com as aulas de baliza. Para ela, deixar de treinar seria assumir risco no dia a dia. “Mesmo que eu não tenha que fazer na prova, é muito importante porque no dia a dia eu vou precisar saber fazer”, disse Ana Luisa Ferrario, estudante de Medicina. A decisão do Detran, anunciada nesta semana, faz parte de uma reformulação mais ampla no processo de habilitação. Mas a Anna Clara Rocha afirma acreditar na importância de aprender a fazer a baliza. “Mudança do processo inteiro é para facilitar o acesso financeiro, principalmente, mas essa em específica da baliza eu acho que faz parte de aprender a dirigir, então eu não vejo porque ela mudar também, sabe?”, pontua Anna Clara Rocha Maia, psicóloga. LEIA TAMBÉM: Fim da baliza para CNH: especialistas dizem que medida pode aumentar congestionamento nas grandes cidades Discussão polêmica A retirada da baliza gerou polêmica entre autoridades. Especialista ouvidos pelo Fantástico afirmam que a manobra vai muito além de estacionar: ela desenvolve noção de espaço, domínio do veículo, controle da embreagem e atenção ao entorno — habilidades essenciais para circular pelas vias das grandes cidades. “Se alguém ficar muito tempo para fazer uma manobra, isso vai produzir um impacto no sistema viário e gerar congestionamento.” Apesar das críticas, o governo afirma que o objetivo da mudança é avaliar a “capacidade real de dirigir”, e não uma manobra isolada que, segundo a gestão, pode ser excessivamente treinada apenas para a prova. Outras mudanças anunciadas pelo governo federal também caminham no sentido de ampliar o acesso à CNH. Entre as alterações anunciadas em dezembro do ano passado estão a oferta de aulas teóricas gratuitas e on-line e o fim da obrigatoriedade de contratar uma autoescola. “A acessibilidade à política pública de CNH com certeza é o principal benefício à parcela da população que antes não tinha esse acesso”. Aprovados sobem apenas 2% — e debate continua Segundo o Detran, a taxa de aprovação aumentou apenas 2% na primeira semana sem a baliza. A Associação das Autoescolas de São Paulo diz que vai recorrer na Justiça contra as mudanças. “É um retrocesso. É uma falta de responsabilidade’. Treinar continua sendo essencial Enquanto o debate avança, alguns candidatos afirma que preferem manter o treino da baliza, mesmo sem exigência formal por segurança. “Estacionar bem o carro é uma das etapas de aprender a dirigir. Não quero ter que aprender na hora; quero aprender antes”, disse uma aluna em treinamento. Veja a reportagem completa no vídeo abaixo: Fim da baliza: especialistas dizem que medida pode aumentar congestionamento nas grandes c Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo. PRAZER, RENATA O podcast 'Prazer, Renata' está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts. Siga, assine e curta o 'Prazer, Renata' na sua plataforma preferida.
Carro elétrico chinês montado no Brasil volta a ser tributado; alíquota deve chegar a 35% em 2027

O prazo previsto para isenção temporária do imposto de importação para veículos elétricos desmontados chegou ao fim em 31 de janeiro deste ano. Com isso, a modalidade volta a fazer parte do cronograma de elevação tarifária para carros elétricos híbridos e importados e deve atingir a alíquota de 35% a partir de janeiro de 2027. A resolução havia sido publicada após um pedido da chinesa BYD para que o governo reduzisse o imposto de importação sobre carros elétricos desmontados trazidos do exterior para serem montados no país. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 A medida foi publicada em uma portaria pela Secretaria do Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), em 1º de agosto de 2025, com vigência de seis meses, e abrangia tanto veículos parcialmente montados (SKD) quanto os completamente desmontados (CKD). Ruídos no mercado A decisão gerou ruídos no mercado. À época, quatro das principais montadoras em atividade no Brasil se uniram para pressionar o governo. Volkswagen, Stellantis, GM e Toyota assinaram uma carta conjunta, endereçada ao presidente Lula, pedindo que a isenção do imposto não fosse concedida. “Por uma questão de isonomia e busca de competitividade, essa prática deletéria pode disseminar-se em toda a indústria, afetando diretamente a demanda de autopeças e de mão de obra”, diz a carta assinada pelos presidentes das quatro empresas. Veja a íntegra da carta aqui. “Seria uma forte involução, que em nada contribuiria para o nível tecnológico de nossa indústria, para a inovação ou para a engenharia nacional. Representaria, na verdade, um legado de desemprego, desequilíbrio da balança comercial e dependência tecnológica.” A BYD também respondeu com uma carta. A empresa chinesa afirmou que sua chegada ao Brasil provocou uma reação negativa das montadoras tradicionais, e sugeriu que a real preocupação dessas empresas é perder a posição dominante no mercado e não conseguir competir com os preços e a tecnologia da marca. (leia a íntegra abaixo) “A reação da Anfavea [associação dos fabricantes] e seus associados, infelizmente, não é novidade. Trata-se do velho roteiro de sempre: diante de qualquer sinal de abertura de mercado ou inovação, surgem as ameaças de demissões em massa, fechamento de fábricas e o fim do mundo como conhecemos”, diz a BYD. “É uma espécie de chantagem emocional com verniz corporativo, repetida há décadas pelos barões da indústria para proteger um modelo de negócio que deixou o consumidor brasileiro como último da fila da modernidade.” A fúria contra os chineses A entrada em massa de veículos importados no Brasil é uma reclamação antiga da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), que há anos defende uma maior previsibilidade regulatória e sem assimetrias que possam penalizar as fabricantes que atuam no país. Entre janeiro e dezembro de 2025, o emplacamento de novos carros importados ficou em 497.765 unidades, um aumento de 6,7% em comparação ao mesmo período do ano anterior, quando foram registrados 466.505 novos carros. A BYD é a principal responsável por essa entrada expressiva no mercado brasileiro. Em 2024, o país já era o maior mercado internacional da montadora, absorvendo quase 20% de suas exportações globais. Quem opta por investir em uma fábrica no país geralmente começa com veículos semimontados. O modelo SKD é o que exige menos mão de obra local, já que os carros chegam quase prontos. Uma das principais vantagens desse esquema é aproveitar a mão de obra estrangeira e o desenvolvimento de tecnologias específicas para componentes que ainda não são produzidos no Brasil. É aí que está o ponto da polêmica entre a BYD e a Anfavea. A montadora chinesa entende que os modelos semimontados já caracterizam uma forma de produção em solo nacional e, por isso, defendia a redução do imposto. A Anfavea é contrária à ideia, pois suas montadoras associadas realizam toda a produção dentro do Brasil. Como são montados os carros com partes importadas Arte/g1 Fábrica da BYD em Camaçari (BA) divulgação/BYD