Intendente Shopping Car

Todas as lojas em um só lugar
  • +5000 Carros Vendidos por mês
  • +150 Revendas de Automóveis
  • +10000 Carros em Estoque

Últimas Notícias

Testes de radar de velocidade média são suspensos pela ANTT para ajustes

Radar campeão de multas em Taubaté terá limite de velocidade alterado Laurene Santos/TV Vanguarda A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) suspendeu temporariamente os testes de controle de velocidade média em rodovias federais concedidas. A medida foi tomada, segundo comunicado da ANTT, para permitir análises técnicas e ajustes na sinalização e na comunicação com os usuários. Segundo a agência, os procedimentos também passam por revisões operacionais para aprimorar o projeto antes da retomada dos testes. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A agência esclareceu que nenhum motorista foi autuado, multado ou penalizado com base no sistema durante o período de testes. Desde o início da iniciativa, os atos que autorizaram os testes determinaram que os dados coletados não poderiam ser usados para aplicar penalidades aos usuários. Brasil testa novo sistema de radares de trânsito Entenda os testes A ANTT havia autorizado, no começo de setembro oito estados a testarem um sistema de radar capaz de medir a velocidade média dos veículos. Os locais onde o sistema for utilizado deverão informar os usuários sobre a realização do experimento. Ao contrário dos radares fixos usados no Brasil, que registram a velocidade em um ponto específico, o equipamento opera em dois ou mais locais e mede o tempo que o veículo leva para percorrer a distância entre eles. “Com essas informações, é calculada a velocidade média no trecho", diz a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Como funciona o radar de velocidade média arte/g1 Os testes seriam realizados em trechos das seguintes rodovias: Espírito Santo: trechos na BR-101/ES. Goiás: trechos na BR-414/GO. Mato Grosso do Sul: trechos na BR-163/MS. Minas Gerais: trechos na BR-050/MG, BR-381/MG, BR-040/MG e BR-116/MG. Paraná: trechos nas rodovias PR-444, PR-862, BR-376/PR, BR-163/PR, BR-277/PR e PR-151. Rio de Janeiro: trechos na BR-101/RJ (incluindo a Ponte Rio-Niterói) e BR-116/RJ. Rio Grande do Sul: trechos na BR-386/RS. Santa Catarina: trechos na BR-101/SC. Segundo informações da ANTT na época, o período de 180 dias poderia ser prorrogado. O objetivo seria avaliar a tecnologia para uso em rodovias federais concedidas. A fiscalização observaria o comportamento dos motoristas nos trechos monitorados. Não haveria aplicação de multas nem registro de infrações de trânsito. “A ANTT ressalta que o projeto-piloto tem caráter exclusivamente técnico, educativo e experimental. Nesta etapa, a velocidade média registrada no trecho não poderá, por si só, gerar autuação ou penalidade", diz a pasta. Sistema já é testado no Brasil há quase 10 anos A Eco Rodovias testa os radares na BR-050, em um trecho de 11 km na cidade de Uberaba (MG), que apresenta um alto índice de mortes por acidentes de trânsito. De acordo com a concessionária, o número de flagrantes caiu 22,5% na comparação entre 15 dias antes e 15 dias depois da realização de blitz educativa junto à Polícia Rodoviária Federal (PRF). “A gente pegava esse motorista, levava para a tenda e explicava o projeto e instruía [sobre segurança no trânsito]. Hoje, o radar de velocidade média é voltado para campanhas de segurança viária aqui na 050”, conta o gerente de operações da Eco050 e da Ecovias do Cerrado, Bruno Araújo Silva. Antes disso, eles já emitiram 852 mil notificações em seis meses de testes em São Paulo (SP). Também de caráter educativo, o aviso não foi seguido de infração ou multa. Estes radares estavam em quatro pontos de fiscalização. Um na Avenida Jacu Pêssego, na Zona Leste de São Paulo, foi o que fez o maior número de notificações. A velocidade máxima da via, de 26 km, é de 50 km/h, mas só 3 km foram monitorados. Outros radares estavam na Avenida dos Bandeirantes, Marginal Tietê e Avenida 23 de Maio.
Ford do Brasil faz recall de Mustang por falhas elétricas; reparo será feito em 2027

Ford Mustang GT Divulgação / Ford A Ford anunciou nesta terça-feira (22) um recall para o Mustang, modelos 2024 a 2026. O problema, segundo a Ford, está nos terminais de aterramento do chicote elétrico do compartimento do motor, que podem romper por causa de uma falha no processo de fabricação. Dependendo do terminal afetado, o defeito pode provocar perda de força motriz, falha nos faróis dianteiros, na bomba do fluido do limpador de para-brisa, no ar-condicionado ou no ventilador de arrefecimento do motor. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A Ford informa que a perda de força durante a condução, a redução da visibilidade causada pela falha dos faróis e a inoperância do limpador de para-brisa podem aumentar o risco de acidentes, com possibilidade de danos aos ocupantes do veículo e a terceiros. O motorista também poderá perceber o acendimento da luz de advertência do motor, mensagens de alerta no painel de instrumentos ou um aviso sonoro, dependendo de qual terminal de aterramento for afetado. Agora no g1 O g1 entrou em contato com a fábrica e a Ford ainda não informou quantas unidades do esportivo foram afetadas no Brasil. O recall inclui veículos dentro das seguintes faixas de chassis: Mustang 2024: chassis de R5412950 a R5434492 Mustang 2025: chassis de S5405308 a S5504022 Mustang 2026: chassis de T5409219 a T5503389 Como será feito o reparo A solução prevista pela Ford é a substituição gratuita dos terminais de aterramento do chicote elétrico do compartimento do motor. O atendimento gratuito está previsto para começar no primeiro trimestre de 2027, assim que o reparo estiver disponível nas concessionárias. A Ford informa que fará um novo chamamento para que os proprietários possam agendar o serviço.
Toyota reabre fábrica de Porto Feliz um ano após destruição por vendaval

Toyota reabre fábrica de Porto Feliz um ano após destruição por vendaval A Toyota reabriu nesta terça-feira (22) a fábrica de motores de Porto Feliz (SP), um ano após a destruição da unidade por um vendaval. Um evento para funcionários marcou o reinício das operações. A unidade da multinacional japonesa é responsável pela fabricação de motores do grupo. Com a unidade própria de motores paralisada, as operações da empresa ocorreram com o apoio de outras unidades de fora do Brasil e em um condomínio de galpões na Rodovia Castello Branco. Leia mais abaixo. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp As novas estruturas são 45% mais reforçadas do que a anterior. A reforma realizada já prevê futuras expansões. As novas colunas do prédio são todas metálicas. Os prejuízos do vendaval, de acordo com a empresa, foram cobertos pelo seguro contratado, que estava em vigência. A capacidade será de 400 motores por dia, somente no caso do Yaris. A capacidade total, incluindo a do motor 2.0, será de 700 veículos por dia. Toyota reabre fábrica de Porto Feliz (SP) um ano após destruição por vendaval Toyota/Divulgaçã Nesta primeira etapa, o retorno da produção em Porto Feliz contará com 150 pessoas. A unidade tinha cerca de 800 pessoas antes do evento climático. Elas foram distribuídas para a planta de Sorocaba (SP), para a unidade atual DVR e também para a implantação ou reimplantação da unidade de Porto Feliz. Os funcionários que estavam em Sorocaba deverão retornar para a unidade de Porto Feliz. A expectativa é de que, em 2028, toda a operação, incluindo a montagem do motor 2.0, volte para Porto Feliz. O uso da estrutura alugada por mais tempo é uma questão que ainda está em estudo. LEIA MAIS: Nova fábrica da Toyota em Sorocaba vai produzir o Corolla a partir de novembro Expansão da Toyota usa 3,1 mil toneladas de aço para criar fábrica mais adaptável em Sorocaba Toyota implanta Centro de Desenvolvimento de Tecnologias para Biocombustíveis no interior de SP com R$ 120 mi do BNDES Segundo a multinacional, a reconstrução da fábrica de Porto Feliz, que fica às margens da Rodovia Marechal Rondon, terá papel ainda mais relevante na estratégia da Toyota, atendendo o Brasil e outros mercados. A iniciativa reforça a importância estratégica da cidade para as operações industriais da companhia e se conecta ao ciclo de investimentos de R$ 11,5 bilhões anunciado para o Brasil até 2030, com foco em competitividade, tecnologia local, exportações e produção nacional. “A reconstrução de Porto Feliz é também um projeto de competitividade industrial. Cada etapa foi planejada para garantir a continuidade da produção local, incorporar ganhos de produtividade e preparar a fábrica para apoiar a estratégia da Toyota no Brasil e na região. Ver a produção retornar gradualmente é resultado de um esforço coletivo, mas, sobretudo, confirma a relevância desta unidade para o futuro da nossa operação”, afirma Gilberto Paulino, diretor industrial da Toyota do Brasil. A empresa reorganizou sua cadeia global de produção e suprimentos. As operações no Japão, Europa e Ásia contribuíram com o fornecimento de motores e componentes, permitindo a retomada da produção de veículos no Brasil cerca de 40 dias após o incidente, enquanto a companhia preservava sua base de fornecedores brasileiros e avançava na reconstrução da fábrica de Porto Feliz. “A retomada da fábrica de motores em Porto Feliz reforça a confiança da Toyota no mercado brasileiro e a sua contribuição para o desenvolvimento do País com produção local, exportações e tecnologia local. Estamos reconstruindo e modernizando esta unidade para que ela volte ainda mais competitiva, integrada à nossa estratégia industrial e preparada para atender o Brasil e outros mercados”, afirma Evandro Maggio, presidente da Toyota do Brasil. Toyota reabre fábrica em Porto Feliz um ano após destruição por tempestade Galpão alugado Atividade atual da Toyota em galpão alugado de Porto Feliz (SP) Toyota/Divulgação Para a manutenção da produção após o evento climático, a empresa precisava de 25 mil metros quadrados. A determinação era colocar toda a operação em um mesmo local. Com isso, a escolha foi por galpões em um condomínio de empresas em Porto Feliz, a 11 quilômetros da fábrica da montadora, em Sorocaba. Um dos pontos mais críticos da operação era a falta de energia elétrica adequada no prédio escolhido, que não atendia à empresa. Com apoio da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) e da Prefeitura de Porto Feliz, o processo de 10 meses foi feito em três. Após o desastre, a operação de fundição, que agora retorna à unidade própria, era feita na matriz, no Japão. No galpão alugado de Porto Feliz ocorria a usinagem e a montagem do motor. Em 26 de janeiro de 2026, quatro meses após o vendaval, as operações no prédio alugado começaram e a empresa celebrou o primeiro veículo flex híbrido produzido no Brasil. Na unidade estavam sendo produzidos motores flex, flex híbrido e somente à gasolina. O último tipo é dedicado à exportação, para 23 países, e a Argentina é o maior consumidor. São 373 colaboradores no local alugado, que tem 45 mil metros quadrados. Imagem aérea de galpão onde Toyota atua após estrago em fábrica de motores, em Porto Feliz (SP) Toyota/Divulgação Vendaval O forte temporal de setembro do ano passado destelhou a fábrica de motores da Toyota em Porto Feliz (SP), provocando a paralisação imediata das operações e impactando também as unidades de Sorocaba e Indaiatuba. A empresa anunciou fechamento por tempo indeterminado e iniciou negociações com sindicatos para definir medidas emergenciais, incluindo férias coletivas para os colaboradores. Com rajadas de vento de até 90 km/h, a estrutura foi severamente danificada, veículos estacionados foram destruídos e cerca de 30 funcionários tiveram ferimentos leves, todos já liberados após atendimento médico. A paralisação afetou diretamente a fábrica de Sorocaba, que depende dos motores de Porto Feliz, levando à suspensão dos três turnos de produção por tempo indeterminado. Fábrica de motores da Toyota ficou destelhada após temporal em Porto Feliz Redes Sociais Temporal e ventania causou estragos em uma fábrica da Toyota em Porto Feliz (SP) Régis Rosa/TV TEM Temporal causou estragos em fábrica da Toyota em Porto Feliz (SP) Thiago Ariosi/TV TEM Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM