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Nissan vai enxugar oferta de carros e ampliar uso de direção com inteligência artificial

Nissan Kicks 2025 divulgação/Nissan A Nissan Motor planeja simplificar sua linha global de automóveis, eliminando modelos de baixo desempenho e implantando tecnologia de condução com uso de inteligência artificial em 90% da frota no longo prazo, anunciou a montadora japonesa nesta terça-feira (14). A estratégia segue um plano de reestruturação apresentado pelo presidente-executivo, Ivan Espinosa, no ano passado, e tem como objetivo revitalizar a quarta maior montadora do Japão após anos de turbulência. A empresa reduzirá o número de modelos de 56 para 45, terá como meta a venda anual de 1 milhão de veículos nos Estados Unidos e na China até o ano fiscal de 2030 e pretende aumentar as vendas anuais no Japão para 550 mil carros até essa data. "É assim que nossa estratégia de portfólio ganha vida, ancorada na lucratividade e construída em torno de uma linha mais enxuta e forte", disse Espinosa. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 De acordo com o amplo plano de recuperação liderado por Espinosa, a Nissan está reduzindo sua presença global de fabricação e cortando a força de trabalho em 15%. A empresa também pretende produzir mais veículos nos Estados Unidos, elevando a taxa de produção local de cerca de 60% para 80% ao longo do tempo, além de rejuvenescer a marca de luxo Infiniti com novos modelos. A Nissan firmou parceria com a Uber e a startup britânica Wayve para o desenvolvimento de carros autônomos, com o objetivo de implantar um programa piloto de táxis sem motorista em Tóquio até o fim de 2026.
Leilão do Detran-SP tem Volkswagen Gol por menos da metade de um iPhone; veja como participar

Como funcionam os leilões O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) vai realizar um novo leilão de carros e motos na segunda quinzena de abril. Os veículos foram recolhidos por infrações de trânsito. O lote mais barato é referente a uma moto Dafra Speed 150, de 2012, com lance inicial de R$ 1.000. Já o mais caro é um Renault Logan de 2016, com lances a partir de R$ 7 mil. O leilão acontece de forma virtual a partir do dia 15 de abril. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Atenção às datas dos lances públicos: Veículos conservados destinados à circulação: acontece no dia 15 de abril, às 10h; Sucata aproveitável e sucata com motor inservível: acontece no dia 22 de abril, às 10h; Sucata para reciclagem: acontece no dia 24 de abril, às 10h. Volkswagen Gol 1.6 com lance inicial de R$ 2.400, R$ 5.599 mais barato que um iPhone 17 arte/g1 Neste leilão, existem: 🚗 54 veículos aptos a circular; ⚙️ 217 sucatas com motor ainda podendo ser aproveitado; 🔧 70 sucatas com motor condenado, mas podendo servir como peças sobressalentes para outros veículos; ♻️ 140 sucatas para fundição e reciclagem. Segundo o edital do leilão, um carro ou moto apto a circular significa que ele pode voltar a trafegar em via pública, ficando o comprador responsável pelo registro do veículo junto ao órgão de trânsito competente, além do pagamento das taxas correspondentes. O Detran-SP não se responsabiliza pelas condições mecânicas do veículo e informa que o comprador já está ciente dessa situação, não sendo aceitas reclamações posteriores. Renault Logan de 2016, com lance mínimo de R$ 7.000 arte/g1 Veja outros destaques do leilão Chevrolet Agile LTZ de 2012 Lance inicial: R$ 6.500 Peugeot 207 Passion de 2010 Lance inicial: R$ 4.000 Renault Clio de 2011 Lance inicial: R$ 4.000 Honda CG 160 Titan S de 2021 Lance inicial: R$ 3.400 Chevrolet Corsa Wind de 2002 Lance inicial: R$ 2.800 Volkswagen Fox 1.0 Plus de 2007 Lance inicial: R$ 6.000 Peugeot 307 de 2007 Lance inicial: R$ 3.500 Honda Biz 100 KS de 2013 Lance Inicial: R$ 1.800 Suzuki EN125 Yes de 2008 Lance inicial: R$ 1.300 Honda Pop 110i de 2023 Lance inicial: R$ 2.200 A avaliação estimada de cada veículo é calculada com base nos valores praticados pelo mercado e no estado de conservação da unidade. O lance mínimo corresponde ao valor inicial para as ofertas. Os leilões são abertos a pessoas físicas e jurídicas, mas é vedada a participação de: Servidores do Detran-SP e parentes de servidores até o segundo grau; Leiloeiro, seus parentes até segundo grau e membros de sua equipe de trabalho; Proprietários, sócios e/ou administradores dos pátios terceirizados, licitados ou conveniados onde se encontram custodiados os veículos, seus parentes até segundo grau e os membros da equipe de trabalho; Pessoas físicas e jurídicas impedidas de licitar e contratar com a administração, sancionadas com as penas previstas nos incisos III e IV do art. 156 da Lei federal n.º 14.133, de 2021 ou, ainda, no art. 7º da Lei federal n.º 10.520, de 17 de julho de 2002. Veja dicas para participar de leilões Leilão de veículos feito pelo Detran-SP divulgação/Governo de São Paulo Como em qualquer leilão, é preciso analisar minuciosamente cada item para saber qual faz sentido na sua garagem. Para te ajudar, o g1 reuniu as principais dicas e as opiniões de especialistas para que você tome a melhor decisão. Existem dois tipos de leilões: os particulares e os públicos. A primeira pergunta que o consumidor pode se fazer é: de onde vêm esses veículos? Os leilões públicos costumam ofertar modelos que foram apreendidos ou abandonados. De acordo com Otávio Massa, advogado tributarista, esses veículos têm origem em operações de fiscalização aduaneira e foram retidos por questões legais, fiscais ou por abandono em recintos alfandegados. Existem também os carros inservíveis de órgãos públicos, como os que já não têm mais utilidade para o propósito governamental e são vendidos para reutilização ou como sucata. “Os veículos são vendidos no estado em que se encontram, sem garantias quanto ao seu funcionamento ou condições, e o arrematante assume todos os riscos”, explica Massa. Em meio aos riscos, há excelentes preços. Porém, existe um passo a passo para verificar o estado do carro, que vamos falar adiante. Diferentemente das revendas oficiais ou multimarca, não é oferecida uma garantia para o produto. É nesse momento que o consumidor tem que ligar o alerta: produtos de leilões particulares podem ter garantia para apenas alguns itens. Os públicos, por sua vez, não têm garantia. Por isso, é importante checar se é possível fazer uma vistoria presencial no modelo antes de pensar no primeiro lance. Luciana Félix, que é especialista em mecânica de automóveis e gestora da Na Oficina em Belo Horizonte, lembra ainda que a burocracia pode ser um grande empecilho para o uso do item leiloado. Um exemplo que ela cita é o de um carro aprendido, que pode ter problemas na documentação. “Esses carros já vêm com burocracias devido ao seu histórico. (...) Às vezes, são carros que necessitam de uma assistência jurídica. Você tem que contratar um advogado para fazer toda a baixa dessa papelada”, alega a especialista. Leilões particulares De acordo com a especialista em mecânica automotiva Luciana Félix a maioria dos pregões particulares oferece carros de seguradoras (geralmente de sinistros, com perdas totais ou parciais), de locadoras, e de empresas com pequena frota, que colocam a antiga para leilão quando precisam fazer a substituição. Simplificando o conceito: 🔒Leilões particulares: frotas de empresas, devoluções de leasing, de seguradoras 🦁Leilões da Receita Federal: apreendidos, confiscados ou abandonados. Tipo de compra Segundo Ronaldo Fernandes, especialista em Leilões da SUIV, empresa que possui um banco de dados de peças automotivas, é fundamental entender que existem duas maneiras de adquirir automóveis ofertados em leilões: para restaurar ou utilização; e aqueles voltados exclusivamente para empresas de desmanche legal. “Não há um tipo específico de veículos que vai a leilão, mas é muito importante verificar qual o tipo de venda que está sendo oferecida para o veículo de interesse, pois alguns veículos poderão circular normalmente e outros servirão somente para desmonte ou reciclagem devido à sua origem”, afirma Fernandes. Nos casos em que os carros são vendidos para desmanches, a origem deles se dá por conta do tamanho do sinistro. “Dependendo do tamanho do sinistro, o automóvel só poderá ser vendido como sucata, ou seja, sem documentação para rodar novamente”, afirma Fernandes. Critérios para venda Segundo o advogado tributarista Otávio Massa, os critérios para que um carro vá a leilão incluem: Valor comercial: veículos com valor residual significativo que justifique a venda; Condição recuperável: mesmo que parcialmente danificados, se ainda tiverem peças reutilizáveis ou puderem ser reparados; Procedimento legal: veículos apreendidos ou abandonados que legalmente devem ser vendidos em leilão público. Resumindo, o que define se um veículo vai ser leiloado é o quanto ele ainda pode despertar o interesse financeiro de novos compradores. Thiago da Mata, CEO da plataforma Kwara, afirma que é feita uma avaliação prévia para determinar o valor a ser cobrado. “Normalmente, ativos que possuem débitos superiores ao seu valor de mercado são considerados sucata e vão para descarte. Da mesma forma, veículos cujo estado de conservação seja muito crítico podem ter o mesmo destino para que possam ser aproveitadas as peças”, argumenta. Otávio Massa corrobora com a visão de da Mata ao afirmar que “não há uma porcentagem mínima específica estabelecida por lei, mas o critério principal é se o veículo tem valor comercial residual. Veículos sem valor ou severamente danificados podem ser descartados”. Carros, caminhões, ônibus e outros modelos destinados a desmanche têm seus respectivos números de chassis cancelados. É como se o automóvel deixasse de existir. Prudência e dinheiro no bolso De acordo com Thiago da Mata, da Kwara, inspecionar o veículo é de suma importância. Afinal, os carros podem ter distintos estados de conservação, o que tem que entrar na lista de preocupações de quem participa de um pregão. “[Os veículos] podem tanto estar em bom estado de conservação, como também é possível que tenham ficado em pátio público durante um período de tempo importante”, afirma. Os carros podem ter marcas provocadas pelo período em que ficaram expostos ao clima: pintura queimada, oxidação da lataria, manchas provocadas pela incidência solar. E esses reparos também precisam entrar no planejamento financeiro do comprador. Idealmente, a inspeção deve ser feita de forma presencial, segundo os especialistas consultados nesta reportagem. Ao verificar um carro, por exemplo, é preciso verificar tudo: bancos, painéis de porta, console central, volante, conferir os equipamentos, a quilometragem, ligar o carro, abrir o capô, checar a existência de bateria de 12V e, se possível, levar um especialista ou mecânico de confiança para checar as partes técnicas e prever possíveis custos extras com manutenção. Luciana Félix, que é especialista em manutenção, diz que o consumidor precisa ver até o histórico de manutenção, se possível. E documentar tudo com fotos. “Comprar carros em leilão é tipo um investimento de risco, você pode se dar muito bem ou muito mal, pois você não poderá andar com o carro para saber como está o seu motor ou câmbio, pois todos os veículos estão lacrados”, argumenta a proprietária da Na Oficina. É importante ressaltar que essa é a mesma verificação que se faz ao comprar um automóvel usado, seja presencial ou via marketplace: deve ser feita uma avaliação técnica, além de checagem da quilometragem rodada e documentação do ativo. “Importante que seja feita a verificação de débitos ou algum tipo de bloqueio para venda, pois a responsabilidade por estes pagamentos pode ser diferente de leilão para leilão. Estas informações devem estar presentes no Edital, que deve ser lido com atenção antes que qualquer lance seja dado”, alerta Thiago da Mata, da Kwara. Quando a compra é feita pela internet e não existe a possibilidade de visitar o produto, é indicado solicitar uma vídeo-chamada para fazer essa inspeção. Não é o ideal, mas já ajuda a verificar o estado do carro, mesmo que seja à distância. O que verificar: Documentação: incongruências jurídicas; Custos para regularização; Estado de conservação do carro; Custos para restauro; Condições de compra; Inspeção mecânica e de equipamentos. Assim, se você vai participar de um leilão pela primeira vez, atente-se para os seguintes passos. Estude: leia o edital e entenda as regras do leilão; Verifique a procedência: se certifique que o veículo não tem pendências legais; Defina um orçamento: estabeleça um limite máximo de gastos; Inspecione: se possível, veja o veículo pessoalmente ou solicite um relatório detalhado; Experiência: participe de leilões menores para entender a lógica de funcionamento. ▶️ LEMBRE-SE: Utilize apenas canais oficiais para se comunicar com o leiloeiro e verifique sempre a autenticidade das mensagens. Evitar fraudes já é um bom começo.
VÍDEO: Incêndio destrói carros em estacionamento da BYD na China

Grande incêndio atinge estacionamento da BYD na China Um grande incêndio atingiu um estacionamento da fabricante de carros elétricos BYD na cidade de Shenzeng, na China, na manhã desta terça-feira (14). Uma fumaça densa e escura tomou o céu nos arredores do local. Segundo a fabricante chinesa, o estacionamento servia para armazenar veículos de teste e sucateados. A chama se espalhou por vários andares do prédio localizado no parque industrial de Shenzeng, enquanto o corpo de bombeiros e policiais lidavam com o incidente. Segundo a BYD, o incendio foi controlado e não há ocorrência de vítimas. 👉 Segundo especialistas ouvidos pela Reuters, veículos elétricos queimam de forma diferente dos carros com motores a combustão interna, com incêndios que costumam durar mais e serem mais difíceis de extinguir, pois tendem a se reacender. Ainda não havia informações sobre as causas do incêndio até a última atualização desta reportagem. Estacionamento da BYD é atingido por grande incêndio na China Redes sociais via Reuters Solução para incêndios em baterias A China está testando uma solução curiosa para o risco de incêndios em baterias de carros elétricos: ejetar o componente para longe do veículo. A proposta lembra o funcionamento do airbag, que se abre em frações de segundo para evitar o impacto do motorista com o volante. No caso da bateria, sensores identificam o superaquecimento e disparam o componente para fora do carro. Um vídeo, que circula na rede social chinesa Weibo, mostra um Chery iCar 03T adesivado com o logotipo do Centro de Pesquisa e Tecnologia em Reparos de Colisões de Veículos da China. Carro ejeta bateria superaquecida. Weibo/Reprodução A Chery, presente no Brasil desde 2009 e que vende atualmente os SUVs Tiggo, o sedã Arrizo e o compacto iCar, utilizou a mesma rede social para negar participação nos testes. No vídeo, o carro expulsa a bateria em alta velocidade, fazendo o componente se afastar do SUV vermelho. Segundo comentários na rede social, a bateria percorre de 3 a 6 metros para longe do veículo. A intenção é evitar que o carro pegue fogo, afastando a bateria superaquecida antes que provoque o incêndio. O problema é que a medida desconsidera a segurança de quem estiver por perto. Seja outro carro estacionado ou até mesmo um pedestre que esteja passando na calçada. Regras de segurança O Conselho Nacional de Comandantes-Gerais dos Corpos de Bombeiros Militares (CNCGBM) publicou um conjunto de diretrizes para a instalação ideal de carregadores de veículos elétricos. A ideia é harmonizar as melhores práticas de segurança para todas as unidades de bombeiros do país. As diretrizes incluem: Ponto de desligamento manual de todas as estações de recarga, a não mais de 5,00 metros da entrada principal; Local para o corte de energia entre os módulos de recarga e a rede elétrica por meio de disjuntor no quadro de distribuição; Afastamentos em relação a riscos específicos como áreas com líquidos igníferos e gás liquefeito de petróleo devem seguir os parâmetros das Instruções Técnicas pertinentes; Sistema de detecção de incêndio: proteção onde houver ocupações com garagens, dimensionado conforme a Instrução Técnica específica; Sistema de chuveiros automáticos: nas áreas de garagens deverão ser calculados como risco ordinário 2 com chuveiros de resposta rápida. Caso o pavimento da edificação onde houver ocupações com garagens seja dotado de ventilação natural com abertura mínima de 50% do perímetro em pelo menos duas fachadas, o sistema de extração mecânica é dispensado. Possuir do tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF) mínimo de 120 minutos para área destinada à garagem.