Intendente Shopping Car

Todas as lojas em um só lugar
  • +5000 Carros Vendidos por mês
  • +150 Revendas de Automóveis
  • +10000 Carros em Estoque

Últimas Notícias

Honda tem prejuízo de US$ 3,6 bilhões; presidente e executivos vão cortar próprios salários em até 30%

Fábrica da Honda em Marysville, Ohio, Estados Unidos Divulgação / Honda A Honda registrou, segundo a Reuters, seu primeiro prejuízo anual em quase 70 anos como empresa listada em bolsa. A perda de US$ 3,6 bilhões (R$ 18,5 bilhões, em conversão direta) teve como principal causa a reestruturação de US$ 15,7 bilhões (R$ 80,9 bilhões) de sua estratégia para carros elétricos. O baque nas contas vem do cancelamento de três veículos que seriam produzidos nos Estados Unidos. A empresa cancelou o desenvolvimento e lançamento de três carros elétricos planejados para produção na América do Norte: Honda 0 SUV, Honda 0 Saloon e Acura RSX. Lembrando que Acura é uma marca de luxo que pertence a Honda. A decisão faz parte de uma reavaliação da estratégia de eletrificação da empresa devido a mudanças recentes no mercado automotivo. A Honda, segunda maior montadora do Japão, também registrou prejuízos no mercado chinês. A empresa tem enfrentado dificuldades para competir com veículos mais avançados de concorrentes como a BYD. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Executivos reduzem próprios salários O CEO da Honda, Toshihiro Mibe, afirmou que a forte queda na demanda por veículos elétricos torna “muito difícil” manter a lucratividade. Após o comunicado, as ações da empresa listadas nos Estados Unidos recuaram 8% durante as negociações prévias à abertura do mercado. Ainda segundo a Reuters, o presidente Mibe e Noriya Kaihara, vice-presidente da empresa, decidiram reduzir voluntariamente 30% de seus salários pelos próximos três meses. Outros executivos da Honda também farão cortes de aproximadamente 20%. Veja os vídeos que estão em alta no g1 De acordo com a Reuters, a Honda deve registrar uma perda anual de US$ 3,6 bilhões (R$ 18,5 bilhões) até o fim de março. A projeção anterior era de um lucro perto de US$ 3 bilhões (R$ 15,4 bilhões), mostrando uma mudança brusca nas expectativas. Analistas já previam perdas devido às mudanças nos planos de eletrificação da empresa. Mesmo assim, o valor apresentado surpreendeu o mercado, conforme explicou Julie Boote, analista da Pelham Smithers Associados, em entrevista à Reuters. Montagem de bateria na Fábrica da Honda em Marysville, Ohio, Estados Unidos Divulgação / Honda “O mais inesperado foi o cancelamento total da produção nos Estados Unidos, e não apenas sua redução. A Honda tinha metas ambiciosas para ampliar sua linha de veículos elétricos, mas essas expectativas foram prejudicadas pelas mudanças no mercado”, afirmou Boote. Outras montadoras também têm prejuízos A Stellantis, dona de marcas como Fiat, Peugeot, Citroën e Jeep, anunciou o maior baque financeiro entre as montadoras que revisaram suas operações ligadas a veículos elétricos. A companhia divulgou em fevereiro baixas de contábeis de 25,4 bilhões de euros. A Ford também reviu seus planos para o segmento eletrificados. Em dezembro, a empresa informou que faria um ajuste de US$ 19,5 bilhões e encerraria a produção de vários modelos movidos a bateria. A General Motors, dona de marcas como Chevrolet e Cadillac, seguiu caminho semelhante. Em janeiro, a empresa disse que registraria um impacto de US$ 6 bilhões por se desfazer de parte de seus investimentos em elétricos, incluindo um ajuste em caixa de US$ 4,2 bilhões relacionado ao cancelamento de contratos e acordos com fornecedores. O Grupo Volkswagen também sentiu os efeitos da reavaliação da sua estratégia de elétricos. Em setembro a VW anunciou o impacto de 5,1 bilhões de euros devido a revisão de produtos da Porsche, marca que pertence ao grupo. A mudança atrasou o lançamento de alguns modelos elétricos para priorizar veículos híbridos e movidos a combustão, incluindo uma baixa contábil de aproximadamente 3,5 bilhões de euros no Grupo VW. Honda Civic Hybrid vendido nos Estados Unidos Divulgação / Honda
Preço do diesel nos postos dispara 7% com a guerra no Oriente Médio, diz pesquisa

Preço do diesel sobe 7% no Brasil: entenda o motivo Os preços do óleo diesel subiram mais de 7% nos primeiros dias de março, segundo levantamento da Edenred Mobilidade feito com base em dados de 21 mil postos no país. O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) compara a primeira semana de março em relação aos últimos sete dias de fevereiro. O preço médio do diesel S-10 subiu 7,72%, de R$ 6,22 para R$ 6,70 por litro. Já o diesel comum avançou 6,10%, de R$ 6,44 para R$ 6,52 por litro. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) também calcula os preços médios do diesel no país. Os dados mais recentes, divulgados na sexta-feira (6), ainda não indicaram aumentos tão expressivos quanto os apontados pela Edenred. Segundo a ANP, o preço médio do diesel S-10 ficou em R$ 6,15 na semana encerrada em 6 de março, alta de 0,98% em relação aos sete dias anteriores. O diesel comum subiu 0,83% na mesma comparação, para R$ 6,08. Segundo o diretor de frete da Edenred Mobilidade, Vinicios Fernandes, a alta dos combustíveis acompanhou o avanço do petróleo no mercado internacional, em meio à guerra no Oriente Médio. Há bastante preocupação sobre o combustível por conta de seu impacto indireto na inflação. “Quando há uma alta mais forte no preço do petróleo, é comum que os primeiros efeitos apareçam no diesel. Como ele é o principal combustível do transporte rodoviário de cargas, qualquer aumento de custo tende a se refletir rapidamente nesse mercado", explica o executivo. Os preços do petróleo subiram nas últimas semanas, com a escalada do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, e o fechamento do Estreito de Ormuz — rota por onde passa mais de 20% do comércio global da commodity. Na segunda-feira (9), o barril chegou perto de US$ 120, mas acabou recuando nos dias seguintes para a casa dos US$ 90. "Alguns postos já relatam dificuldade para repor combustível em determinados tanques ou bombas, o que pode indicar oferta mais restrita caso as limitações logísticas provocadas pelo conflito se prolonguem", avalia Fernandes. O executivo destaca ainda que os preços ao consumidor têm mudado mesmo sem anúncio oficial de reajuste da Petrobras nas refinarias. A situação virou alvo de investigação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), após sindicatos do setor indicarem aumento ou previsão de alta nos preços da gasolina e do diesel em várias regiões, mesmo sem mudança nos valores praticados pela estatal. A investigação foi solicitada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) na última terça-feira (10). Segundo Fernandes, ainda é cedo para afirmar que haverá falta de combustíveis no país por causa do conflito no Oriente Médio, e é "importante ter cautela nesse momento". "A Petrobras ainda não anunciou reajustes e costuma avaliar o comportamento do mercado antes de tomar qualquer decisão", diz. Além disso, mais de 30 países-membros da Agência Internacional de Energia (AIE) anunciaram nesta quarta-feira (11) que vão liberar 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas de emergência. Trata-se da maior liberação já realizada pelo grupo e deve ajudar a conter os preços. Caminhão abastece com diesel em posto de combustível em Brasília no dia 27 de maio de 2018 Marcello Casal Jr/Agência Brasil Nordeste registra a maior alta no diesel O IPTL indica que o maior avanço dos preços foi registrado no Nordeste, com alta de 13,17% no diesel S-10 e de 8,79% no diesel comum. O preço médio na região chegou a R$ 7,22 por litro. Em seguida, vieram as regiões Centro-Oeste e Sul. Veja abaixo: Na análise por estado, o levantamento mostra que o maior preço médio do diesel comum foi registrado em Roraima, a R$ 7,84 por litro. O menor valor apareceu em Pernambuco, a R$ 6,23 por litro. No diesel S-10, o maior preço foi registrado em Rondônia, a R$ 7,90 por litro, enquanto o menor valor médio ficou na Paraíba, a R$ 6,26 por litro.
Mercedes apresenta a VLE: minivan elétrica com cabine de jato e tela de 31 polegadas

Mercedes-Benz VLE tem portas deslizantes com acionamento elétrico Divulgação / Mercedes-Benz A combinação de luxo e conforto sempre marcou os sedãs da Mercedes-Benz. Com o tempo, os utilitários esportivos da marca também passaram a oferecer essa experiência e, agora, ela chega às minivans. A Mercedes do Brasil monitora o mercado nacional e avalia o melhor momento de lançamento para os clientes no país. A VLE tem uma cabine que remete a jatos particulares, com bancos e acabamento que lembram o helicóptero Airbus ACH145, cuja cabine também é produzida pela Mercedes-Benz. O g1 apresentou todos os detalhes desse modelo avaliado em R$ 77 milhões. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Descrita pela marca como uma “grand limousine” em formato de minivan, a VLE combina o conforto de um sedã com a praticidade de uma van e inaugura uma nova geração de veículos da empresa nesse segmento. A experiência começa com as portas deslizantes automáticas, que dispensam contato com a maçaneta. Pelo teto panorâmico, os passageiros podem apreciar o céu, e em dias de sol forte, a persiana elétrica garante conforto. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A minivan oferece a opção de bancos “Grand Comfort”, com ajustes elétricos, almofada extra, carregamento sem fio para celular, função de massagem e apoio para as pernas. Esses recursos podem ser controlados pelos botões nas portas, pela tela multimídia ou pelo aplicativo da Mercedes-Benz. As versões com bancos maiores acomodam sete pessoas, enquanto as configurações com fileiras triplas convencionais elevam a capacidade para oito ocupantes. Mercedes-Benz VLE tem tela de 31,3 polegadas Divulgação / Mercedes-Benz Para entretenimento, a VLE conta com uma tela retrátil de 31,3 polegadas instalada no teto, com resolução 8K e possibilidade de dividir a imagem em dois conteúdos simultâneos. É possível assistir filmes, jogar, usar aplicativos ou participar de videoconferências graças à câmera de 8 megapixels integrada. Mercedes-Benz VLE tem trio de telas no painel Divulgação / Mercedes-Benz Para quem não quer usar fones de ouvido, o sistema de som conta com 22 alto-falantes e tecnologia Dolby Atmos, a mesma usada em salas de cinema. O sistema multimídia, agora na quarta geração do MBUX, inclui assistentes de voz como ChatGPT e Google Gemini, prometendo interação natural e intuitiva. O motorista também dispõe de luxo e tecnologia, com três telas distribuídas pelo painel: um cluster de 10,25 polegadas, uma tela central de 14 polegadas e outra de 14 polegadas para o passageiro, que pode acessar streaming, jogos e aplicativos — recurso semelhante ao do Renault Koleos, que chegará ao país em breve, embora no Brasil vídeos não possam ser exibidos com o veículo em movimento. Além disso, a VLE traz um head-up display de 23,1 polegadas, além de controle adaptativo de velocidade, assistentes de permanência e troca de faixa, alerta de colisão com frenagem automática, 10 câmeras externas, cinco radares, 12 sensores ultrassônicos e 11 airbags, reforçando o foco em segurança. Bancos do Mercedes-Benz VLE lembram os assentos de aviões particulares Divulgação / Mercedes-Benz Na motorização, a VLE 400 4Matic é a versão mais potente, com mais de 300 kW (407 cv) e aceleração de 0 a 100 km/h em 6,5 segundos. A arquitetura elétrica de 800 volts e a nova geração de baterias aumentam o desempenho e a eficiência, segundo a Mercedes. Ainda de acordo com a marca, em carregadores rápidos é possível recuperar até 355 km de autonomia em apenas 15 minutos. Ainda sem dados oficiais, a Mercedes estima mais de 700 km de alcance na versão VLE300, a opção menos potente. Ambas utilizam baterias de íon-lítio de 115 kWh. A suspensão pneumática contribui para o conforto e a estabilidade, permitindo ajustar a altura do veículo em até 40 milímetros. As rodas traseiras esterçam até 7 graus, facilitando manobras em espaços reduzidos. Mercedes-Benz VLE será fabricada na Espanha e lançada em 2026 Divulgação / Mercedes-Benz Prevista para ser lançada na Europa em 2026, a VLE utiliza uma nova arquitetura modular de vans da Mercedes, permitindo uma diferenciação mais clara entre modelos premium para passageiros e veículos comerciais. Essa plataforma também servirá de base para a VLS, uma minivan ainda mais luxuosa. LEIA MAIS R$ 77 milhões e até dois anos de espera: Mercedes e Airbus lançam helicóptero inspirado no Classe G