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Volkswagen Tera 200 TSI divulgação/Volkswagen A Volkswagen passa a oferecer o Tera com o motor 200 TSI nas versões automáticas Comfort e Highline. O SUV compacto passa a ter motor 1.0 turbo de três cilindros com 128 cv de potência e 20,4 kgfm de torque, associado a um novo câmbio automático de oito marchas. Antes essas configurações tinham 116 cv de potência e câmbio automático de seis marchas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp A versão Comfort agora custa R$ 134.790 e a Highline sai por R$ 147.190. Um aumento de preço de R$ 1.600 e R$ 1.000, respectivamente. Agora no g1 O consumo de combustível do Tera 200 em relação ao 170 melhorou na cidade e ficou um pouco abaixo na estrada. Com etanol, são 8,7 km/l na cidade e 10,1 km/l na estrada. Com gasolina, as novas versões do SUV fazem 12,2 km/l na cidade e 14,4 km/l na rodovia. O restante da linha do Tera continuará usando a calibração de motor 1.0 turbo com 116 cv. Elas também permanecem oferecendo somente câmbio manual. Volkswagen Tera 200 TSI A concorrência nesse segmento é forte. A CAOA Chery, por exemplo, oferece o modelo Tiggo 5 em duas versões, de R$ 125 mil e R$ 140 mil. O SUV tem motor 1.5 turbo de 143 cv, câmbio CVT, boa lista de equipamentos e maior porte que o Volkswagen. Além disso, a CAOA Chery oferece o Tiggo 7 Sport com o mesmo motor 1.5 turbo por R$ 141 mil. Isso sem falar no CAOA Changan CS55 Prime por R$ 145 mil. Na apresentação do Tera, a Volkswagen considerou como concorrentes o Fiat Pulse, o Chevrolet Sonic, o Jeep Avenger e o Renault Kardian. Isso leva em consideração tamanho e conjunto de motor e câmbio, e ignora o preço dos concorrentes chineses de segmento superior. O g1 já mostrou que os modelos seminovos nessa faixa sofreram uma forte queda de preços. Lançamentos chineses e promoções das marcas tradicionais para encarar as novidades fizeram os usados encalharem. Motor e câmbio A principal mudança está justamente no conjunto mecânico. O 200 TSI já é utilizado em outros modelos da Volkswagen, como o T-Cross, e agora chega ao Tera. De acordo com a marca, o motor entrega torque em baixas rotações, característica que favorece as respostas em situações como saídas, retomadas e ultrapassagens. Volkswagen Tera 200 TSI A outra novidade é a transmissão automática de oito velocidades. As relações foram distribuídas para manter o motor em uma faixa adequada de funcionamento em diferentes situações. A proposta é proporcionar trocas mais suaves, acelerações progressivas e rotações mais baixas durante velocidades de cruzeiro. Na prática, o novo conjunto foi desenvolvido para atuar tanto no trânsito urbano quanto em viagens. O motor de 128 cv e 20,4 kgfm trabalha em conjunto com o câmbio de oito marchas para melhorar as respostas nas retomadas e o conforto durante a condução. Nada muda A Volkswagen mantém no Tera os recursos de tecnologia e conectividade já oferecidos pelo SUV. Entre eles estão painel digital, central multimídia VW Play Connect e serviços conectados que podem ser acessados pelo aplicativo Meu VW. O desenho também não muda com a chegada do novo conjunto. O Tera mantém ainda a classificação de cinco estrelas no Latin NCAP. Entre os equipamentos citados estão seis airbags, controle eletrônico de estabilidade e sistemas de assistência à condução. O SUV foi lançado no Brasil em 2025 e, em poucos meses, alcançou a liderança entre os SUVs de entrada e, em 2026, tornou-se o segundo SUV mais vendido do país, atrás apenas do T-Cross. Volkswagen Tera 200 TSI divulgação/Volkswagen A produção também ganhou escala. A fábrica de Taubaté (SP) atingiu 100 mil unidades produzidas em menos de um ano. No mercado internacional, o Tera se tornou em 2026 o modelo mais exportado pela Volkswagen do Brasil. Foram 21.404 unidades embarcadas entre janeiro e julho para 17 mercados da América Latina.

Volkswagen lança Saveiro que é abastecida somente com etanol. Carlos Cereijo / g1 A Volkswagen apresentou nesta quinta-feira (8) a Saveiro Robust Etanol, uma nova configuração da picape equipada com motor dedicado exclusivamente a usar o biocombustível. O modelo chega às concessionárias no mês de outubro com preço sugerido de R$ 111.490. O valor é R$ 4.200 mais barato em comparação à versão flex, tornando a novidade a opção mais acessível de toda a linha. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Segundo a Volkswagen, a Saveiro continua em linha em 2027, mesmo com a chegada da Tukan. O destino da picape compacta será definido depois do lançamento do novo irmão. A Saveiro é a primeira picape compacta a fazer parte do Programa Carro Sustentável, uma iniciativa do Governo Federal. Programa zera a cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de veículos compactos com alta eficiência energética-ambiental fabricados no Brasil. Agora no g1 Pelas regras federais, o limite de eficiência ambiental exigido é de até 83 g de CO2 equivalente por quilômetro no ciclo do poço à roda. A nova Saveiro registra emissão de 50 g de CO2 equivalente por quilômetro nesse ciclo, enquanto uma versão flex comparável atinge 106 gramas. O veículo mantém o motor 1.6 MSI, que entrega 116 cavalos de potência e 16,1 kgfm de torque, conjugado a uma transmissão manual de cinco marchas. Consumo de etanol Cidade 8,1 km/l Estrada 8,9 km/l Volkswagen Saveiro Robust a etanol divulgação/Volkswagen Para chegar nesses números, a equipe de engenharia da fabricante dedicou mais de 740 horas de desenvolvimento para otimizar parâmetros de funcionamento exclusivos para o etanol, como a partida a frio e a dirigibilidade. A calibração dedicada gerou uma melhora de 5% no consumo de combustível na cidade. No chamado consumo combinado, o rendimento passou de 8,1 km/l para 8,5 km/l. O índice de eficiência energética também apresentou evolução técnica, passando de 1,83 para 1,81 MJ/km. A picape é voltada para empresas, frotistas, produtores rurais, profissionais autônomos e consumidores de varejo. Com 44 anos de produção no país, a Saveiro registrou 67.753 unidades emplacadas durante o ano de 2025. Apenas entre janeiro e setembro deste ano, o modelo já acumulou 38.726 unidades comercializadas no mercado nacional.

Stella Li, responsável pelo negócio internacional da BYD, apresenta o caminhão elétrico ETT 44 durante feira em Hanover, na Alemanha. REUTERS/Ilona Wissenbach O principal desafio à expansão da BYD é a geopolítica, afirmou Stella Li, vice-presidente executiva da BYD, nesta quinta-feira (08), meses depois que o presidente da empresa chinesa declarou que a meta é se tornar a maior montadora do mundo em cinco anos. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 “Quando fazemos negócios, queremos agir com certeza e visibilidade para que possamos controlar a situação e, assim, investir. Mas, com a geopolítica, nunca se sabe qual é a intenção nem o que eles estão fazendo”, disse Li na Cúpula da Ásia do Milken Institute, em Cingapura. Li disse que a empresa decidiu não vender carros de passeio nos EUA por enquanto, apesar de já estar presente no país há “muito tempo”, pois a situação é “complicada”. “Não temos clareza, visibilidade e estabilidade lá, então decidimos esperar e não entrar no mercado norte-americano de carros de passeio neste momento.” Agora no g1 Li disse que a BYD não tem planos de fazer parcerias com outras empresas chinesas, dada sua liderança em diversas áreas, como armazenamento de energia e painéis solares. “Somos líderes em vários setores, não apenas em automóveis”, afirmou ela. Li também disse que tem sido difícil contratar pessoal suficiente na China e que a empresa espera utilizar robôs industriais no futuro. Ela destacou que as ações da BYD na bolsa de Hong Kong estavam “extremamente subvalorizadas” em comparação com as empresas americanas, já que a BYD é uma empresa de engenharia e não apenas uma montadora. Ela também disse que a Nvidia continua sendo um parceiro “muito forte” na área de chips para a BYD.








